Curso de Capacitação em Meio Ambiente e Sustentabilidade

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 23 set, 2016 @ 8:14

CURSO RESÍDUOS CURITIBA 2016

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Livro: Como Reduzir o Custo com Resíduos Sólidos nas Empresas

Arquivado em: sustentabilidade | Luiz Carlos Pôrto @ 5 abr, 2016 @ 10:57

CAPA EBOOK RESÍDUOS PARA BLOG 600 LARGURA

 

 

Estamos lançando o livro digital COMO REDUZIR O CUSTO COM RESÍDUOS SÓLIDOS NAS EMPRESAS.

É um guia prático voltado a consultores ambientais que desejam ampliar seus negócios e a gestores focados em reduzir os custos operacionais de suas empresas.

No livro é apresentado um método prático criado por nós chamado GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (GSRS). Através do emprego de planilhas eletrônicas simples ensinamos como avaliar e gerenciar os resíduos sólidos de uma empresa para obter o máximo resultado econômico e ambiental.

Compre online por apenas R$ 49,00 e leia em PC, tablet ou smartphone:

https://www.amazon.com.br/dp/B01DTO5JBI

 

SUMÁRIO DO LIVRO:

 

1 – INTRODUÇÃO

 

2 – COMO COMEÇAR

2.1 – Conceitos básicos

2.2 – Descubra o custo real dos resíduos

 

3 – AS PRIORIDADES NA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

3.1 – Prevenir versus remediar

3.2 – Os limites da reciclagem

3.3 – As cinco regras de ouro para as empresas

 

4 – MÉTODO PRÁTICO PARA A REDUÇÃO DE CUSTOS

4.1 – O Método GSRS

4.2 – Como usar as planilhas eletrônicas

4.3 – Como atingir os resultados esperados

4.4 – Dificuldades para implantação

4.5 – Apoio para implantar o Método

 

5 – COMO MEDIR O DESEMPENHO

5.1 – Indicadores e métricas de desempenho

5.2 – Relatórios e gráficos

 

6 – APÊNDICE: COMO REDUZIR O CONSUMO DE TINTA E PAPEL DE IMPRESSÃO

 

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Propague o Conceito de Sustentabilidade

Arquivado em: sustentabilidade | Luiz Carlos Pôrto @ 26 jan, 2016 @ 17:25

WWF CLIMATE UMBRELLA BLOG

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Aplicativo Para Smartphone Com Coletânea da Legislação de Resíduos Sólidos

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 19 jan, 2016 @ 13:41

O Instituto PNRS lançou o aplicativo para smartphone Código Brasileiro de Resíduos Sólidos.

Trata-se de uma coletânea da Legislação Federal de gestão de resíduos sólidos organizada pelos advogados Fabricio Dorado Soler, Carlos Roberto Vieira da Silva Filho e Tasso Alexandre Richetti Pires Cipriano.

A obra reúne tanto a Legislação geral relacionada com a gestão de resíduos sólidos, quanto as normas que os disciplinam especificamente, como os regulamentos de logística reversa (resíduos de agrotóxicos, pneus, pilhas e baterias, óleos lubrificantes, lâmpadas, equipamentos eletroeletrônicos, embalagens, medicamentos, entre outros).

A aplicativo pode ser baixado gratuitamente no link:

http://www.institutopnrs.com.br/site/app/index.html

 

 

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As Lições do Caso Samarco Para os Executivos das Empresas

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 12 jan, 2016 @ 19:03

 

O Informativo REPENSAR ESTRATÉGICO é voltado para administradores, executivos e gestores de empresas. O objetivo é debater questões estratégicas, que impactarão sobremaneira as corporações no médio e longo prazo.

Vejam no link abaixo a nova edição do Informativo sobre as lições que o caso Samarco traz aos executivos das empresas.

Para receber o REPENSAR ESTRATÉGICO basta enviar um e-mail para repensar@silvaporto.com.br.

Por gentileza, divulgue aos colegas interessados no tema:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/REPENSAR_ESTRATEGICO__1_2016_O_CASO_SAMARCO.pdf

 

 

 

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FELIZ 2016

Arquivado em: sustentabilidade | Luiz Carlos Pôrto @ 12 jan, 2016 @ 16:03

CARTÃO FELIZ 2016 BLOG

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A Energia Suja das Grandes Hidrelétricas

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 6 jul, 2015 @ 20:22

Já falamos muito aqui sobre o equívoco que cometemos ao classificar a energia gerada nas grandes usinas hidrelétricas como energia limpa. Essas megaobras causam um impacto ambiental imenso.

Agora um novo estudo comprova o prejuízo que essas obras trazem à biodiversidade. Vejam abaixo artigo do jornalista Reinaldo José Lopes, na Folha de São Paulo do último domingo (5/7/2015):

 

A CONTA DA LUZ “LIMPA”

“Deitado eternamente em berço esplêndido” sempre me pareceu o verso mais infeliz do hino nacional, ao menos em retrospecto. É possível usá-lo para resumir aspectos desagradáveis da vida no Brasil (escolha o seu favorito), mas creio que ele descreve especialmente bem a nossa acomodação com o suposto papel de potência energética “limpa”.

Afinal de contas, Deus fez o favor de nos presentear com rios caudalosos à vontade e, até para não fazer desfeita ao criador, vamos enchendo os ditos rios com grandes hidrelétricas, resolvendo assim o problema da conta de luz sem fazer mal ao planeta. Lindo, hein? Só que não.

É cada vez maior a massa de dados científicos mostrando que as usinas hidrelétricas estão longe de ser um primor quando o assunto é impacto ambiental. Os problemas vão de alterações significativas na diversidade e abundância de peixes (é o que acontece quando você transforma um movimentado leito de rio num lagão plácido) a emissões de gases causadores do aquecimento global, supostamente o melhor argumento verde em favor dessas usinas. (Na verdade, inundar áreas de floresta, com o consequente apodrecimento das plantas, leva a “arrotos” significativos desses gases durante vários anos.)

O derradeiro prego no caixão da fama sustentável das grandes hidrelétricas vem de um estudo que acaba de sair na revista científica “PLoS ONE”, de Maíra Benchimol, da Universidade Estadual de Santa Cruz (BA), e Carlos Peres, da Universidade de East Anglia (Reino Unido). Eles demonstraram o impacto devastador da usina de Balbina, no Amazonas, sobre a biodiversidade.

Balbina possui um reservatório gigantesco, com mais de um terço da área da região metropolitana de São Paulo. Mesmo após o enchimento da represa, sobraram no lago cerca de 3.500 ilhas. Um quarto de século após a formação do reservatório, os pesquisadores foram à região para mapear o que aconteceu com as populações de animais de grande e médio porte que se refugiaram nas ilhas quando a usina foi concluída.

Para isso, eles visitaram quase 40 ilhas e algumas regiões do “litoral” da represa, usando observações, análise de tocas, fezes e imagens de armadilhas fotográficas (quando a câmera dispara automaticamente na presença do bicho), para quantificar a presença dos bichos na região de Balbina. Na mira dos pesquisadores estavam espécies de mamíferos (como onças, veados, porcos-do-mato, tatus), aves (como mutuns) e répteis (como jabutis).

Quanto menor a área restante, menor a variedade de espécies com o passar do tempo –tanto porque os bichos começam a ter dificuldade de achar alimento num fragmento pequeno de floresta quanto pela falta (ou baixa qualidade) de parceiros para a reprodução.

Em Balbina, de uma lista de 35 espécies, as ilhas com menos de 10 hectares tinham uma média de seis espécies –ou de duas, se tivessem sido afetadas por incêndios. No geral, estimam os cientistas, 95% das ilhas do “arquipélago de Balbina” perderam cerca de metade das espécies originais. Não é um cenário bonito.

É verdade que poucos projetos atuais propõem inundar áreas descomunais para gerar energia, e que as hidrelétricas, em muitos casos, são menos agressivas que outros tipos de usina. Mas é preciso acabar com a ilusão de que não é preciso pensar muito bem antes de ir abrindo as comportas.

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Pesquisa Datafolha Mostra Brasileiro Muito Preocupado com as Mudanças Climáticas

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , , , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 22 maio, 2015 @ 9:56

 

PESQUISA DATAFOLHA 2015_1

 

 

PESQUISA DATAFOLHA 2015_2

 

 

PESQUISA DATAFOLHA 2015_3

 

 

 

Pesquisa realizada pelo Datafolha, a pedido do Greenpeace e do Observatório do Clima, comprovou que a população brasileira está muito preocupada com as Mudanças Climáticas.

Para a pesquisa foram ouvidas 2.100 pessoas, em 143 municípios de pequeno, médio e grande porte, entre os dias 11 e 13 de março de 2015. A margem de erro é de 2,0%.

Nos gráficos acima, podemos ver algumas das conclusões do levantamento:

 

a) 85% dos brasileiros estão muito preocupados com as Mudanças Climáticas;

b) 95% entendem que as Mudanças Climáticas já estão afetando o Brasil;

c) 48% dos entrevistados consideram que o Governo Federal está fazendo menos do que deveria para lidar com as Mudanças Climáticas no Brasil. Para 36% o Governo não está fazendo nada.

 

A pesquisa também ouviu a população sobre o uso de energia solar fotovoltaica em residências.

O Datafolha comprovou o que já discutimos há um bom tempo. Como a sociedade brasileira está muito envolvida com o assunto, é imenso o potencial para aquelas empresas que investirem fortemente na redução de suas emissões de Gases de Efeito Estufa e no uso de energia limpa.

A pesquisa completa pode ser baixada em:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/PESQUISA_DATAFOLHA_2015.pdf

 

 

 

 

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Mais Árvores Menos Doenças

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 19 maio, 2015 @ 14:52

 

A coluna do Dr. Luis Fernando Correia, na rádio CBN, abordou na semana passada a correlação entre a prevalência de doenças respiratórias e a cobertura vegetal nas áreas urbanas.

Pesquisadores da Universidade Columbia nos EUA cruzaram dados de casos de asma em crianças com a densidade de árvores em bairros de Nova Iorque e comprovaram que em regiões mais arborizadas era menor a prevalência da doença (a cada aumento de 343 árvores por quilômetro quadrado os casos de asma diminuíram 29%).

Resumindo: onde há mais árvores ocorrem menos doenças respiratórias em crianças. E, como é facílimo observar, os bairros mais pobres das cidades são aqueles que têm a menor cobertura vegetal.

Esse estudo científico deveria ser uma referência para nossos Prefeitos, para que implantem políticas de arborização urbana.

Para ouvir a coluna do Dr. Correia:

http://migre.me/pVcAN

O trabalho científico pode ser baixado aqui (em inglês):

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/AREAS_VERDES_ASMA_NYC.pdf

 

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Uma Imagem Vale Mais do Que Mil Palavras

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , , — Luiz Carlos Pôrto @ 16 jan, 2015 @ 16:05

O ano de 2014 foi oficialmente considerado o mais quente desde que há registros confiáveis de temperatura global, em 1891.

Agora a NOAA (Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) atualizou os registros e os gráficos de temperatura global.

O gráfico abaixo é muito impactante e deveria ser divulgado para toda a população mundial (infelizmente, boa parte dessa população não sabe sequer interpretar um gráfico).

 

TEMPERATURA GLOBAL 2014 2

A NOAA representou graficamente a temperatura média anual da superfície da Terra desde 1881, comparando-a com a média do Século 20. Em uma tonalidade vermelho escuro foram representados os 10 anos mais quentes já registrados.

Uma imagem vale mais do que mil palavras. Não há como negar o Aquecimento Global. Todos deveriam ver esse gráfico e cobrar ações enérgicas dos governantes.

Mais detalhes sobre os dados de temperatura em:

http://www.ncdc.noaa.gov/sotc/global/2014/13/supplemental/page-4

 

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