Marketing Ambiental: Os Consumidores Ambientalmente Exigentes do Futuro

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Vejam o vídeo abaixo, de uma reportagem do programa Fantástico da Rede Globo do dia 27/12/2009.  Vale por uma aula de marketing ambiental.

Da reportagem podemos tirar duas conclusões importantes ligadas à sustentabilidade e ao marketing ambiental

a) Os consumidores do futuro terão grande consciência ambiental e serão muito exigentes com relação ao desempenho ambiental das empresas.  Notem que todas as crianças de um nível social e econômico mais elevado colocaram a questão ambiental como sua maior preocupação para o futuro.

b) Não haverá sustentabilidade enquanto as pessoas (e principalmente as crianças) não tiverem suas necessidades básicas atendidas. Esse é um dos Princípios da Sustentabilidade (The Natural Step). Notem que enquanto as crianças de maior nível social e econômico desejam um meio ambiente mais equilibrado, as outras crianças desejam coisas básicas, como moradia digna.

Estrategicamente, as empresas precisam considerar o grau de informação sobre meio ambiente e sustentabilidade que essas crianças terão quando atingirem a maioridade. Não é investindo em gestão ambiental tradicional e certificações que a empresa estará preparada para esse imenso desafio.

 

 

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O Ranking da Energia Eólica no Mundo

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O Conselho Mundial de Energia Eólica (GWEC) divulgou os dados de geração de energia eólica no mundo em 2009.

Houve um crescimento de 31% na geração eólica no mundo em 2009.  Um terço desse crescimento veio da China, cuja parque eólico cresceu mais de 100%, fazendo o país assumir o terceiro lugar no ranking mundial com mais de 25 GW de potência instalada. A China ficou atrás apenas dos EUA e da Alemanha.

O Brasil, que é um fiasco em geração de energia eólica, ficou em 21º lugar, com apenas 606 MW.  E o potencial eólico do país é estimado em mais de 60 GW, segundo a ANEEL. Ou seja, estamos usando menos de 1% do nosso potencial.

O levantamento do GWEC pode ser copiado em nossa BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/ENERGIA_EOLICA_MUNDO_2009.pdf

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Brasil Esquece Eficiência Energética

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Enquanto os países desenvolvidos investem pesado na fonte de energia mais viável economica e ambientalmente - a eficiência energética - o Brasil esquece totalmente o tema.

Aqui não se fala sobre isso. Prova disso é o recente estudo divulgado pela consultoria KPMG (link abaixo), que estima crescimento anual médio do consumo de energia elétrica no país entre 4 e 4,5% até 2020. A eficiência energética não entra na conta. Usam-se os mesmos indicadores de sempre. Cresce a população e o PIB, cresce proporcionalmente o consumo de energia.

http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2010/01/19/ult1913u119451.jhtm

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Energia Limpa: A Bicicleta Híbrida

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Uma grande invenção do MIT. A bicicleta híbrida que aproveita a energia cinética na frenagem, com mecanismo semelhante ao adotado no Toyota Prius e no Kers dos carros de Fórmula 1.

Vejam abaixo a reportagem da Revista Veja, divulgada pelo site Planeta Sustentável.

 

bicicleta_copenhague

 

BOM NA FÓRMULA 1, ÓTIMO NA BIKE

Embora não tenha produzido resultados expressivos no combate ao aquecimento global, a reunião dos líderes mundiais em Copenhague, nas últimas duas semanas, serviu de cenário para o lançamento de uma simpática novidade tecnológica. Um aparelho em forma de disco desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, em parceria com o governo italiano, transforma a bicicleta comum num veículo híbrido, com um pequeno motor movido a energia elétrica.

Para isso, basta encaixá-lo na roda traseira da bicicleta, ligando-o à coroa dentada menor. A adaptação resulta num veículo bem diferente das bicicletas elétricas tradicionais, com seu emaranhado de fios e baterias. O aparelho permite que a bicicleta atinja a velocidade de 25 quilômetros por hora sem o auxílio dos pedais - e ajuda bastante a enfrentar ladeiras íngremes. Os idealizadores do protótipo apresentado na Dinamarca, batizado de Roda de Copenhague, esperam que o veículo incentive o uso dos meios de transporte não poluentes no dia a dia.

Ao pilotar uma bicicleta equipada com a Roda de Copenhague, o ciclista controla o funcionamento da roda com um smartphone. Também com ele, obtém informações, via Bluetooth, sobre velocidade, distância, localização por GPS e até dados meteorológicos - como nos painéis dos automóveis mais modernos. A maior inovação tecnológica do invento é a forma de geração da energia necessária para alimentar o motor da roda. Os engenheiros do MIT desenvolveram um sistema similar ao Kers, dispositivo utilizado na última temporada em alguns carros da Fórmula 1 e baseado no reaproveitamento da energia cinética.

Tanto no carro de corrida quanto na bicicleta, a energia que carrega as baterias é obtida por meio da frenagem do veículo. O Kers, sigla em inglês para sistema de recuperação de energia cinética, foi criado com base em um conceito elementar da física. Explica o engenheiro Glauco Augusto de Paula Caurin, da Universidade de São Paulo: “Todo corpo em movimento obtém energia cinética. Quanto maior a velocidade, maior a energia. Quando esse corpo é desacelerado, a energia obtida se dissipa no ambiente”. O aproveitamento da energia cinética não é novidade.

Ela move, por exemplo, os carrinhos de brinquedo a fricção e os relógios de pulso automáticos, nos quais se dá corda apenas balançando o braço. Nos carros da Fórmula 1, toda a energia cinética do veículo é transferida para os freios, em forma de calor. O sistema Kers reaproveita parte dessa energia para usá-la em favor do piloto. Um gerador transfere a energia da desaceleração para uma bateria. Ao pressionar um botão no volante, o piloto ativa o sistema e, durante seis segundos, o carro ganha uma força extra de 80 cavalos de potência, útil para realizar ultrapassagens.

Os idealizadores da Roda de Copenhague prometem vendê-la a um preço acessível. “Com a produção em série, o preço da roda cairá bastante. Comprar a roda não sairá mais caro do que comprar uma bicicleta tradicional”, disse a VEJA o engenheiro italiano Carlo Ratti, diretor do projeto.

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O Imenso Desperdício no Sistema de Distribuição de Energia Elétrica no Brasil

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Sempre argumentamos que a eficiência energética é também uma fonte de energia, pois a energia economizada tem o mesmo valor em watts do que a energia gerada. No mundo desenvolvido os governos estão investindo muito nessa linha. No Brasil, infelizmente, poucos falam sobre o assunto e o Governo Federal nem liga para isso.

Vejam abaixo reportagem do jornal O Estado de São Paulo sobre o imenso desperdício de energia elétrica no sistema de distribuição brasileiro. E o Ministro das Minas e Energia, em entrevista recente à Folha de São Paulo,  ainda critica os órgãos ambientais pela demora em conceder Licenças para novas usinas.

 

DESPERDÍCIO DE ENERGIA CHEGA A R$ 16 BILHÕES POR ANO

Nos últimos dez anos, o consumidor brasileiro desembolsou quase R$ 5 bilhões na conta de luz para bancar projetos de eficiência energética e de soluções para melhorar a operação do sistema elétrico nacional. Até agora, no entanto, os resultados são questionáveis. O País continua desperdiçando cerca de R$ 16 bilhões por ano de energia elétrica - equivalente ao investimento total para a construção da Hidrelétrica de Belo Monte (PA). Além disso, nos últimos anos, a qualidade da energia entregue aos consumidores tem piorado consideravelmente em algumas distribuidoras.

Dos R$ 16 bilhões de eletricidade desperdiçada, R$ 7,3 bilhões referem-se a furtos, fraudes e erros de medição. Só neste caso a quantidade de energia perdida, de 23 mil MWh, poderia abastecer por um ano 19 milhões de residências com consumo médio de 100 kWh por mês. Os outros R$ 8,7 bilhões referem-se a perdas ocorridas durante a transmissão da energia, da usina até o consumidor final.

A redução desses prejuízos, que também oneram o bolso dos brasileiros, foi um dos principais motivos da lei criada pelo governo federal, em 2000, que tornou obrigatório o investimento de 1% da receita líquida em P&D e eficiência energética. Parte desse dinheiro vai para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), do Ministério de Ciências e Tecnologia.

Outra parcela fica no Ministério de Minas e Energia e banca, entre outras coisas, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que produz os estudos de novas usinas para o País. O restante fica nas empresas (distribuidoras, geradoras ou transmissoras) para a elaboração de projetos de pesquisa e inovação. Só em pesquisa e desenvolvimento as companhias desenvolveram 4.521 projetos até o ano passado.

O grande problema é que todo esse volume de projetos não tem se traduzido - na maioria dos casos - em melhoria para a população que usa o serviço público. Segundo especialistas, o dinheiro tem sido mal usado em muitas companhias por falta de uma política adequada. Prova disso é que as empresas não conseguem gastar todo o dinheiro destinado à pesquisa.

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do total reservado para investimentos em pesquisa e eficiência energética, entre 2000 e outubro deste ano, R$ 1,92 bilhão (sem correção dos juros) ainda não havia sido gasto pelas empresas. Isso representa 42% do volume total recolhido desde 1998.

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Por Que as Montadoras Negligenciam a Aerodinâmica ?

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Com todo o conhecimento e a tecnologia que se tem hoje sobre aerodinâmica, por que as montadoras de veículos insistem em carros atrasados nesse aspecto?  Veículos com melhor aerodinâmica gastariam muito menos combustível e emitiriam muito menos gás carbônico.

A prova de que é simples desenvolver carros mais aerodinâmicos é o Volkswagen Polo, modelo Blue Motion. Com algumas pequenas modificações aerodinâmicas o coeficiente de resistência (Cx) passou de 0,35 (no Polo tradicional) para 0,31.  Essa redução contribui para o carro ter um consumo de 14 km/L na cidade e 21 km/L na estrada (com gasolina).

Veículos já mostrados aqui no blog, que foram projetados com preocupação aerodinâmica, apresentam valores muito inferiores. O Volkswagen Up! Lite tem Cx de 0,237 e o Volkswagen L1 tem Cx de 0,195.

É só olharmos o fundo dos carros para percebermos que a aerodinâmica não é preocupação das montadoras. Quantos obstáculos existem para a passagem do ar. No movimento do carro essas restrições significam desperdício de combustível.

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Curso Online Gratuito Sobre Amazônia e Mudanças Climáticas

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O IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e duas ONG’s norte-americanas, NEEF (National Environmental Education Foundation) e COMET (Cooperative Program for Operation Meteorology, Education and Training), estão oferecendo um curso à distância gratuito sobre a Floresta Amazônica e as Mudanças Climáticas.

O programa do curso é dividido em cinco capítulos:

 

a) Terra e Seu Clima;

b) Evidências das Mudanças Climáticas;

c) Projeções para o Futuro;

d) Brasil, a Amazônia e as Mudanças Climáticas;

e) Acordos Internacionais

 

Há versão em inglês e também uma versão para impressão. 

O link do treinamento é: 

http://www.ipam.org.br/uploads/cursos/portugues/broadcastmet/brazil_br/index.htm

Divulguem esse curso. É uma ótima oportunidade de capacitação sobre um assunto tão importante.

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Marketing Ambiental: Mais Um Bom Exemplo da Natura

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A Natura, empresa que é referência em Gestão Ambiental no Brasil, nos dá mais um bom exemplo.

A empresa passou a colocar nas embalagens um quadro com as informações ambientais de seus produtos. São informados indicadores sobre o produto (porcentagem de matérias-primas de origem renovável, com certificação de origem, etc.) e sobre a embalagem (porcentagem de material reciclado, reciclável, etc.).

É uma boa iniciativa, que deveria ser copiada por outras empresas.

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Marketing Ambiental: Os Novos Consumidores e a Sustentabilidade

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Leiam abaixo entrevista do Professor da ESPM, Fábio Mariano, sobre a preocupação com sustentabilidade dos novos consumidores da Classe C. A matéria é da Folha online.

Na minha opinião, a avaliação geral do especialista está correta, embora ele tenha usado uma linguagem um tanto carregada para expressar suas ideias.

Entretanto, um ponto importante que precisa ser considerado é que uma eficaz Política de Sustentabilidade de uma empresa não deve ter como objetivo apenas vender o produto A ou B dessa empresa, mas sim fortalecer a imagem institucional, demonstrando a responsabilidade socioambiental da organização.  Essa imagem fortalecida contribui para que o nome da empresa (e da marca, por conseguinte) fique na mente dos consumidores, inclusive das classes inferiores da pirâmide de renda.

Portanto, o fato de um consumidor da Classe C não considerar a sustentabilidade de determinado produto na hora da compra não significa que ele não escolherá o produto de uma empresa que criou uma imagem forte no mercado com base na sustentabilidade.  O grande poder da responsabilidade socioambiental é contribuir para o fortalecimento de uma empresa e de uma marca fortes e não vender determinado produto.

Segue a entrevista

FOLHA - A classe C pensa em consumo responsável ou só quer preço?
FÁBIO MARIANO - Ninguém se importa só com o preço. A classe C, por exemplo, vai ver quanto os eletrodomésticos consomem de energia. Mas porque ela está preocupada com a carteira, não com o mundo.

FOLHA - Então a nova classe média não quer saber, digamos, se a carne que compra vem da Amazônia?
MARIANO - Estas pessoas, que até 2000 chamávamos de excluídos, agora estão ganhando uma grana legal para fazer a festa no shopping. E há também o grande boom, que é a expansão do crédito. Mas só isso não adianta. A educação que recebem não está melhor. E precisa ter um certo aparelhamento pessoal para entender o conceito de sustentabilidade.

FOLHA - Mas os mais instruídos pagam mais por produtos verdes?
MARIANO - A classe alta até paga um pouco mais por produtos que favoreçam a sustentabilidade, mas ainda é pouco. Mesmo porque não existem muitos produtos assim no mercado. Você consegue citar dez? E, quando existem, a distribuição é restrita, não é algo disponível para as pessoas da classe C. Vai querer que peguem o ônibus para ir comprar no bairro rico?

FOLHA - Você não considera justo que o custo da sustentabilidade sobre para o consumidor, então.
MARIANO - Não. Repassar o custo da sustentabilidade é absurdo. Essa imagem de que o consumidor que quer pagar mais é consciente, enquanto o que não quer é um assassino que pretende acabar com o mundo… Vocês deliraram, né?

FOLHA - Poucos consumidores parecem pressionar as empresas…
MARIANO - Só os mais esclarecidos. Porque o consumidor tem um monte de problemas. Tem câncer, Aids, é chifrado, tem de pagar a escola do filho. Vai ter que se preocupar também com salvar o mundo quando a esposa está precisando de um medicamento? Querer que o consumidor, além de tudo, pague R$ 5 numa ecobag no supermercado? Empresa que cobra ecobag não tem vergonha.

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FELIZ 2010

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cartao-de-natal-e-ano-novo

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Gráficos Importantes para Compreender a COP-15

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Vejam os dois gráficos abaixo, cuja fonte é a ONG americana Union of Concerned Scientists. Eles mostram as emissões de CO2 por país no ano de 2006. A emissão brasileira não inclui o desmatamento e as queimadas.

 

grafico-emissoes-total

 

grafico-emissoes

 

No primeiro gráfico percebe-se o quanto as emissões do Brasil são influenciadas pelo desmatamento. Se forem incluídos desmatamento e queimadas, o Brasil passa do 17º para o 4º ou 5º lugar.

O segundo gráfico mostra o quanto a renda e a economia dependente de combustíveis fósseis eleva a emissão per capita. Países mais pobres emitem muito menos.

Mas a principal causa da dificuldade em se chegar a um consenso na COP-15 é a responsabilidade histórica pelo aumento da concentração de CO2 na atmosfera terrestre.

No início da Revolução Industrial a concentração de CO2 era de 250 ppm (partes por milhão). Hoje a concentração é de 390 ppm. Mas quem foi o responsável por esse aumento, que está causando o Aquecimento Global?

Obviamente, os maiores responsáveis são aqueles países que estão há mais tempo queimando combustíveis fósseis, ou seja, os países que se industrializaram primeiro. São os países europeus, depois os EUA, depois o Japão.

Nas negociações da COP-15 esses países exigem um compromisso formal dos países em desenvolvimento que emitem bastante, como China, Brasil, Índia, África do Sul, etc. Em contrapartida,os países em desenvolvimento dizem que a responsabilidade histórica é dos países desenvolvidos e por aí ficamos sem um acordo eficaz para o maior problema ambiental do Planeta.

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Excelente Texto Sobre a Questão Ambiental nos EUA

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Vale a pena a leitura do texto do link abaixo, da revista alemã Der Spiegel, divulgado pelo Portal UOL. É um excelente texto sobre como está a questão ambiental nos EUA atualmente.

 

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http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/12/16/ult2682u1427.jhtm

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Opinião de Marina Silva

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Marina Silva foi direto ao ponto em sua coluna de ontem (14/12) no jornal Folha de São Paulo.

Ela argumenta que se o Governo Federal cede aos agricultores que desmataram ilegalmente a Amazônia, não dá para acreditar que a meta assumida de redução do desmatamento de 80% na Amazônia e de 40% no cerrado seja “pra valer”.

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Carro Ultraeficiente é Lançado pela Vokswagen

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No último Salão do Automóvel de Los Angeles, que ocorreu de 4 a 13 de dezembro, a Volkswagen lançou um novo carro ultraeficiente, o Up! Lite. É um veículo semelhante ao VW L1, que já foi mostrado aqui no blog.

 

vw_up_lite

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As principais características do carro são:

a) Veículo híbrido: um motor turbodiesel de 800 cilindradas e dois cilindros, com 51 cv.; e um motor elétrico de 10 kW, com 13 cv.

b) Carro de 4 lugares, com consumo médio de combustível de 41 km/L

c) Fabricado com muitas peças de alumínio e fibra de carbono, levando a um peso total de 695 kg

d) Aceleração de 0 a 100 km/h em 12,5 segundos e velocidade máxima de 160 km/h

e) Baixíssima resistência aerodinâmica, cx de 0,237

f) Baixíssima emissão de CO2 (65 g/km)

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Vídeo: Somos Todos Macacos

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Recebi de uma colega o vídeo abaixo. É uma forte crítica ao nosso modo de pensar. Ao fato de imaginarmos que somos muito superiores à natureza e não dependemos mais dela.

 

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Marketing Ambiental: A Patrulha do Greenwashing

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Foi lançado nos EUA um site que “caça” exemplos de greenwashing envolvendo materiais biodegradáveis.

O Greenwashingspy pode ser visto em:

http://www.greenwashingspy.com/

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Pesquisa Revela: Pecuária é Responsável por Metade das Emissões do Brasil

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Vejam abaixo as conclusões de pesquisa sobre as emissões de GEE no Brasil, divulgada pelo Portal UOL. Concluiu-se que a pecuária responde por 50% das emissões brasileiras.

 

BRASIL APRESENTA PESQUISA QUE CULPA PECUÁRIA PELO EFEITO ESTUFA

A metade dos gases responsáveis pelo efeito estufa emitidos no Brasil procede da pecuária, segundo um estudo apresentado neste sábado em Copenhague, à margem da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática.

Ao analisar as emissões totais do Brasil “foi possível observar que o conjunto das emissões procedentes desta atividade (pecuária) corresponde, aproximadamente, à metade das emissões do Brasil”, destaca o trabalho, liderado por Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília. Os pesquisadores brasileiros concluíram que das 2,2 gigatoneladas de equivalente do dióxido de carbono (CO2) emitidas oficialmente pelo Brasil em 2005, segundo dados do ministério brasileiro de Ciência e Tecnologia, aproximadamente 1.055 gigatoneladas correspondem à pecuária.

As emissões geradas pela pecuária incluem o desmatamento para a formação de pastos, queimadas para a renovação do capim e a fermentação intestinal bovina, que gera importantes quantidades de metano, um dos gases de maior efeito sobre o aquecimento global, disse Roberto Smeraldi, especialista da associação Amigos da Terra-Amazônia Brasileira.

Admitindo que a pecuária “é parte do problema da mudança climática”, Smeraldi destacou que “ela também deve ser considerada como parte da solução” nas negociações em Copenhague sobre um novo acordo internacional para combater o aquecimento global. Smeraldi disse que é preciso fazer a pecuária evoluir, controlando o desmatamento para a formação de pastos, acabando com a impunidade dos crimes climáticos e dando incentivos econômicos aos criadores.

O Brasil possui o maior rebanho bovino do mundo, com mais de 190 milhões de cabeças. As emissões brasileiras de gases do efeito estufa cresceram 62% entre 1990 e 2005, e mais da metade deste aumento corresponde ao manejo da terra. O Brasil decidiu em Copenhague adotar um “compromisso voluntário” de reduzir suas emissões de CO2 entre 36% e 39% sobre a previsão de emissões para 2020, e mais da metade desta redução procederá da queda no desmatamento da selva amazônica. O restante dependerá de ações nos setores agropecuário, industrial, energético e siderúrgico.

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Como as Empresas Tentam Influenciar as Discussões da COP-15

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Vejam abaixo reportagem da Agência Reuters, divulgada pelo Portal UOL, sobre como as empresas tentam influenciar as discussões da COP-15.

 

EMPRESAS LUTAM PARA INFLUENCIAR NEGOCIAÇÕES DE COPENHAGUE

A iniciativa privada tem dificuldades em influenciar as discussões climáticas em Copenhague por estar distante da negociação e por causa da divisão dos seus integrantes entre os que ganham e os que perdem com as políticas climáticas, disseram executivos na sexta-feira.

O objetivo da conferência, que envolve governos e cientistas, mas não diretamente os empresários, é definir as diretrizes de um novo tratado climático global, o que deve levar a fortes reduções das emissões de gases do efeito estufa.

Os executivos se reuniram em outro local, a vários quilômetros do local do evento da ONU, e admitiram que o lobby das empresas está dividido em relação a medidas que poderiam prejudicar alguns setores, como a indústria de cimento, que usa muita energia, e as empresas de geração elétrica.

“É difícil imaginar uma só voz”, disse à Reuters Jim Rogers, executivo-chefe da empresa Duke Energy. “Na verdade, há muitas vozes. Uma solução de baixo (nível de emissão de) carbono irá tornar isso muito mais difícil. Há coisas básicas (com as quais concordamos): precisamos de um caminho claro adiante, agir agora e (impor) um preço ao carbono.”

Analistas estimam que as empresas terão de entrar com cerca de 80 por cento do capital necessário para reduzir as emissões de carbono na economia.

“Deveríamos conversar entre nós antes (das reuniões da ONU) e passar nossas mensagens aos negociadores nacionais. O setor de cimento na China não é diferente do cimento na França. Temos muito a aprender com as ONGs”, disse Bill Kyte, consultor climático da E.ON e do lobby setorial Eurelectric.

Grupos ambientalistas e de desenvolvimento estão altamente mobilizados nas negociações climáticas, fazendo com que sua voz seja ouvida por meio de protestos e ligações estreitas com os meios de comunicação.

Uma dificuldade na busca por uma voz única no setor empresarial é que os lobbies são muito amplos e estão focados na limitação da ação unilateral.

Nesta semana, por exemplo, a entidade Business Europe aconselhou a União Europeia a não aumentar sua meta de redução de emissões até 2020, conforme está cogitando, se não houver um acordo global.

Já a Câmara de Comércio dos EUA perdeu alguns membros ao seu opor ao projeto de lei climática nos EUA, já aprovado por estreita margem na Câmara dos Deputados. A entidade considera que as medidas contidas na lei serão um peso para as empresas.

Mas um executivo da Câmara de Comércio disse à Reuters que a entidade pode apoiar o projeto intermediário que tramita no Senado.

“Talvez a abordagem possa ser algo que forme a base para uma legislação que poderíamos apoiar, mas ainda há muito que resolver”, disse Stephen Eule, na primeira reação da Câmara de Comércio à iniciativa apresentada na quinta-feira pelos senadores. “Acho que é uma boa base para começar.”

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Piada Sobre os e-mails Furtados do IPCC

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Vejam a piada que fizeram sobre o caso dos e-mails do IPCC furtados por um hacker. Muito criativo.

 

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Vídeos Importantes para Compreender a COP-15

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Abaixo dois vídeos da Globonews para compreender o que se discute na COP-15.

 

 

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