A Certificação Sócio-Ambiental do Álcool Combustível

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Vejam abaixo reportagem do programa Globo Rural sobre a certificação sócio-ambiental do álcool combustível no Brasil.

 

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Aproveitando a Energia da Dança

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , — admin @ 18:27

Há um bom tempo conhecemos o caso do Sustainable Dance Club, na Holanda, e sua proposta inovadora de clube de dança sustentável.  O destaque é o incrível sistema que aproveita a energia da pista de dança, transformando-a em energia elétrica.

Agora a Revista Super Interessante fez uma reportagem sobre o local (vejam abaixo). Quem quiser conhecer mais sobre o SDC acesse:  http://sustainabledanceclub.com/. E Vejam o vídeo.

 

 

 

ENERGIA NA PISTA DE DANÇA

“A cada passo que damos, produzimos energia, que deixamos para trás. E se pudéssemos capturar essa energia e usá-la como uma fonte limpa de eletricidade?” Esse foi o lema da Sustainable Dance Club - uma empresa que desenvolve sistemas mais sustentáveis para “baladas verdes” – para criar o Sustainable Dance Floor.

É uma pista de dança, com molas e microchips na parte de baixo, que capta a energia produzida por nossos movimentos de dança e a envia para um gerador, que armazena eletricidade.

Por enquanto, essa energia é utilizada, apenas, para acender as lâmpadas LED da pista de dança. Segundo a empresa criadora, uma pessoa pode produzir, por noite, entre 2 e 20 Watts de energia e, dependendo da intensidade dos movimentos de cada um, a pista acende com cores diferentes.

Mas a ideia foi tão bem aceita entre pesquisadores que, na Universidade de Delft, na Holanda, especialistas estudam um jeito de aperfeiçoar a técnica para poder usá-la como fonte de energia elétrica para toda a estrutura das baladas.

Já pensou se a moda pega? Será que seremos capazes de produzir eletricidade necessária para iluminar ginásios, ruas e outros lugares com grandes concentrações de pessoas?

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Ambientalistas Para Seguir no Twitter

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , — admin @ 18:00

O Guia Mashable elaborou uma listagem com ambientalistas que estão no twitter (link abaixo). Quem desejar também pode nos seguir no twitter: www.twitter.com/silvaporto.

http://mashable.com/2009/06/15/twitter-environmentalists/

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Vídeo Telhados Ecológicos

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , — admin @ 20:28

Vejam o vídeo do programa Cidades e Soluções, da Globonews, sobre telhados ecológicos.

 

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Frase de Marketing Ambiental

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Estou lendo um livro sobre Gestão Ambiental Avançada e Sustentabilidade. No início de cada capítulo o autor cita uma frase. No capítulo de Marketing Ambiental foi citada a frase abaixo. Na minha opinião é a síntese do Marketing Ambiental.

“Depois de fazer a coisa certa, a ação mais importante é informar as pessoas que você está fazendo a coisa certa”, John D. Rockefeller

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A Verdadeira Riqueza da Amazônia

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , — admin @ 17:24

Muitos sempre argumentaram, com razão, que a biodiversidade é a verdadeira riqueza da Amazônia. A Senadora Marina Silva, em sua coluna na Folha de São Paulo do último dia 27/7 (abaixo), apresentou o caso de um besouro da Amazônia que pode ser a origem de uma descoberta científica de valor econômico incalculável.

E o Governo continua achando que a riqueza virá da produção de soja e gado ou da exploração da madeira da Amazônia.

 

O BESOURO É NOSSO

Um besouro brasileiro em fazendo sucesso nos Estados Unidos. Pesquisadores da Universidade de Utah acreditam ter encontrado o cristal fotônico ideal na carapaça do besouro Lamprocyphus augustus. Esse cristal é essencial para a construção de circuitos eletrônicos que manipulem dados por meio de luz (fótons), em vez de cargas elétricas (elétrons).

E o curioso é que os cientistas americanos não tiveram trabalho para conseguir o inseto brasileiro. Encomendaram-no a um vendedor da Bélgica, pela internet. Não duvido que, apenas com a tecnologia decorrente das pesquisas com este único besouro, os americanos produzam mais riqueza do que todo o valor anual da exploração ilegal de madeira, da soja e do gado na Amazônia.

Temos a maior porção da maior floresta tropical do planeta. É um tesouro em biodiversidade que precisa ser cuidado e explorado pelo Brasil. Em 2006, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou a falta de controle nas fronteiras como razão da perda anual de US$ 2,4 bilhões, com a saída de animais e plantas que acabam por gerar produtos patenteados no exterior.

São muitas as ameaças à biodiversidade brasileira: biopirataria, aquecimento global, desmatamento, tráfico de animais, superexploração de espécies. E a mais terrível parece ser a nossa inoperância diante disso tudo.

Em 1994, o Brasil ratificou a Convenção da Biodiversidade Biológica. Em 1995, apresentei proposta no Senado para disciplinar o acesso aos recursos genéticos no país. O projeto (PL 4.842) foi à Camara dos Deputados em 1998 e lá está até hoje. Outra tentativa foi feita em 2003, por meio do Ministério do Meio Ambiente.

Nova proposta foi negociada por mais de cinco anos, com todos os setores interessados. Novamente deu em nada. Continuamos sem regras. E todo o conhecimento gerado pela biodiversidade continuará sendo apropriado por quem chegar primeiro, sem gerar dividendos para o país.

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Biomimetismo: Uma Aula de Sustentabilidade

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Leonardo Da Vinci dizia: “não há senão um mestre: a natureza”. Janine Benyus é o maior expoente do biomimetismo, corrente que prega o design com base nos exemplos e experiências da natureza.

Ela é autora do livro Biomimicry: Innovation Inspired by Nature. Link da Amazon: www.amazon.com/Biomimicry-Innovation-Inspired-Janine-Benyus/dp/0060533226/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1248886305&sr=8-1

Vejam abaixo os vídeos da entrevista que ela deu para a revista Época Negócios. É uma verdadeira aula de sustentabilidade.

 

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As Usinas a Carvão da China

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , — admin @ 21:56

Relatório do Greenpeace aponta que as três maiores usinas termelétricas da China emitem mais Gases de Efeito Estufa do que a Inglaterra. Vejam na reportagem do UOL (link abaixo):

http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/07/28/ult1859u1268.jhtm

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Comunicação Empresarial Para a Sustentabilidade

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Vejam abaixo as conclusões da oficina realizada durante a Conferência Internacional Ethos 2009.  Percebam a complexidade da comunicação da empresa com uma sociedade cada vez mais exigente.

 

Diante de um consumidor cada vez mais exigente, empresas precisarão ter mais transparência e capacidade de dialogar com seus públicos.

Essa é a principal conclusão dos participantes da oficina realizada pelo Akatu durante a Conferência Internacional do Instituto Ethos.

Com o objetivo de provocar uma reflexão das empresas sobre as necessárias transformações em seus negócios frente à evolução do consumo consciente, o Instituto Akatu realizou a oficina “A transformação do consumidor para uma nova economia global” durante a Conferência Internacional Ethos 2009, realizada em São Paulo.

Na oficina, que contou com a participação de mais de 100 representantes de empresas e instituições de todo o Brasil, foram apresentados pontos de destaque de várias pesquisas sobre o perfil do consumidor. Estas constatações fundamentaram seis tendências em seu comportamento:

 

Papel das empresas: o consumidor brasileiro espera das grandes empresas que, além de serem agentes produtivos, sejam agentes sociais e ambientais, contribuindo ativamente para o desenvolvimento da sociedade;

Comunicação transparente: o consumidor desconfia das informações fornecidas pelas empresas a respeito do que elas fazem em termos sociais e ambientais e buscam mais informações a esse respeito;

Decisões de compra mais sustentáveis: o consumidor valoriza cada vez mais as questões ambientais em sua decisão de compra;

Resposta do consumidor à empresa: os consumidores estão dispostos a punir ou recompensar as empresas pelas suas práticas efetivas de responsabilidade social empresarial;

Sustentabilidade como diferencial competitivo: os consumidores se sentem mal informados sobre a ação de responsabilidade socioambiental das empresas e, com isso, desconfiam das informações recebidas mesmo das melhores empresas nas práticas de sustentabilidade;

Poder de mobilização do consumidor: os consumidores mobilizam, mais e mais, outros consumidores a avaliar a ação social e ambiental das empresas, e, ao mesmo tempo, a levar estas informações em consideração em suas decisões de compra.

 

A partir de cada tendência, os participantes levantaram oportunidades e ameaças ao negócio das empresas. Além disso, sugeriram várias ações de informação, comunicação e educação que as empresas poderão adotar junto a seus funcionários e consumidores como resposta aos desafios colocados por essas tendências.

O resultado dessa reflexão revela um novo modelo de conduta das empresas. Palavras como “diálogo”, “transparência”, “coerência”, “relacionamento” e “visão sistêmica” apareceram com freqüência entre as idéias apresentadas.

“Diante da emergência de um novo consumidor, que exerce seu papel de cidadão por meio de um consumo mais consciente, percebemos que está em curso uma mudança de paradigmas na sociedade na direção da sustentabilidade”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

Essa sociedade mais sustentável está fundamentada, mais do que nunca, no diálogo e na comunicação. “As empresas começam a perceber que os stakeholders são mídias poderosas”, avalia Mattar. “É preciso estabelecer com os stakeholders relações de afetividade e de credibilidade. Quando a empresa errar, deve contar que errou”, acredita. “Na era da visibilidade, a falsa autovalorização é desmoralizada e, com certeza, se voltará contra a própria empresa.”

Veja alguns exemplos das ações sugeridas pelos participantes da oficina:

 

Utilização das ferramentas digitais e das redes sociais para informar e mobilizar para o consumo consciente e a sustentabilidade;

Diálogo transparente com todos os stakeholders (como via de mão dupla, onde a empresa educa e é educada por seus funcionários, acionistas, fornecedores, parceiros etc.) para que sejam disseminadores, com credibilidade, daquilo que a empresa efetivamente faz;

Manutenção de diálogo constante e transparente com a cadeia produtiva, de modo a viabilizar ações crescentemente sustentáveis por parte dos fornecedores.

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Lei Sobre Destinação de Resíduos Eletrônicos

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , — admin @ 19:34

Já falamos aqui sobre o Projeto de Lei no Estado de São Paulo que exije que os fabricantes ou importadores de produtos eletrônicos se responsabilizem pela destinação dos mesmos. Agora é Lei. Foi promulgada pelo0 Governador em 6/7/2009.

O texto da Lei n. 13.576 pode ser acessado no site da Assembleia Legislativa de São Paulo:

www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2009/lei%20n.13.576,%20de%2006.07.2009.htm

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Selo Verde Para Prédios - Eficiência Energética

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Foi lançado no início deste mês o selo de eficiência energética para prédios. Vejam matéria da Agência Brasil.

 

LANÇADA ETIQUETA QUE CLASSIFICA EDIFÍCIOS CONFORME O CONSUMO DE ENERGIA

A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) lançaram quinta-feira (2/7) a Etiqueta de Eficiência Energética de Edificações Comerciais, de Serviços e Públicos, que vai classificar os prédios conforme seu consumo de energia. A iniciativa faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

As construções participantes do programa serão analisadas em três aspectos: envoltório (fachada e entorno), sistema de iluminação e condicionamento de Ar. a partir dessa avaliação, os edifícios receberão etiquetas que vão de A (melhor nível de eficiência,) até E (pior qualificação). Na fase inicial do projeto, a participação é voluntária, mas, gradualmente, ela passará a ser obrigatória. Há ainda previsão de incluir os prédios residências na classificação.

A intenção é facilitar o entendimento da eficiência energética das construções “para que o consumidor possa escolher o melhor prédio de acordo com seus interesses de ter uma conta de energia menor e de poder contribuir para resolver o problema da sustentabilidade do mundo”, ressaltou o presidente do Inmetro, João Jornada.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo, Sergio Watanabe, embora possa levar a aumento no preço dos imóveis, a etiqueta terá um apelo para o consumidor. Ele explicou que, “apesar de o valor subir no primeiro momento, os edifícios economicamente sustentáveis devolverão esse aumento de preço durante a manutenção da edificação em seu período de vida útil”.

A incorporação de edifícios antigos também está entre os objetivos do programa. Segundo João Jornada, “uma boa reforma” pode proporcionar economia de até 30% na conta de luz de um condomínio.

O presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz, destacou que a adequação das construções brasileiras à necessidade de sustentabilidade ambiental “gera um impacto enorme no papel do Brasil como player na questão da emissão de gases causadores do efeito estufa”.

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Um Grande Exemplo Para as Empresas

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , — admin @ 17:57

O texto abaixo foi escrito no ano passado, mas acho que vale a pena a leitura ainda hoje. É de autoria da Diretora Executiva de Desenvolvimento Sustentável do Santander Brasil Maria Luiza Pinto.  O caso do Banco Real é um grande exemplo para as empresas.

Notem que desde que o texto foi escrito mais casos, como o da Petrobras e do gado ilegal da Amazônia, vão ao encontro do que a Maria Luiza disse.

 

Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo. Essa frase do indiano Mahatma Gandhi expressa com bastante precisão o que, para mim, é um dos grandes desafios da sustentabilidade: a transformação no dia-a-dia.

Em 2001, quando fui convidada a assumir a Diretoria de Responsabilidade Social do Banco Real - hoje, Diretoria de Desenvolvimento Sustentável -, era difícil imaginar o tamanho da transformação que precisaríamos provocar na Organização e, principalmente, nas pessoas. Pois criar um novo jeito de fazer negócios, que leva em consideração os interesses de todos os públicos envolvidos, exige mudança de postura e, também, novas atitudes.

Uma das principais premissas deste momento que estamos vivendo é que não podemos mais olhar as questões de forma isolada. Precisamos entender que, com o fim da distância provocado pelo fluxo global de informações, vivemos em um mundo cada vez mais interdependente. Tudo e todos estão interligados e isso se reflete de maneira contundente no mundo dos negócios.

Para explicar, vou dar o exemplo da política de risco socioambiental, que criamos no Banco Real. Em 2002, decidimos que passaríamos a nos preocupar com a maneira como o crédito seria concedido. Além de minimizar nosso risco ao analisar questões sociais e ambientais que representam possíveis passivos no futuro, queríamos influenciar alguns clientes a adotarem práticas sustentáveis.

Também consideramos a possibilidade de encerrar o relacionamento com aqueles que não estivessem dispostos a mudar, como, por exemplo, as madeireiras da Amazônia que não adotavam o manejo florestal. Ao tomar essa decisão, enfrentamos resistência interna - por parte de funcionários que não queriam abrir mão de seus clientes - e externa, pois muita gente achou que estávamos fazendo uma maluquice. No entanto, recentemente, tivemos o caso de uma instituição financeira que foi co-responsabilizada por ter financiado uma hidrelétrica acusada de provocar danos ambientais.

Em 2006, por exemplo, empresas que utilizavam soja em sua produção assumiram o compromisso de não comprar, por dois anos, grãos produzidos em áreas desmatadas da Amazônia. Em 2007, o Ibama multou siderúrgicas do Pará acusadas de usar carvão vegetal clandestino em sua produção de ferro-gusa. Há cada vez mais exemplos como esses, que nos mostram que questões sociais, ambientais e econômicas estão interligadas como nunca.

Dentro deste cenário, acredito que há dois caminhos: esperar que a pressão da sociedade cresça para mudar na marra ou acreditar na necessidade de mudança e promovê-la. Nós optamos pelo segundo caminho e, onde havia riscos, buscamos oportunidades. A partir desse jeito de pensar, surgiram novos negócios, como o microcrédito, o financiamento de projetos para a produção de energia renovável e biodiesel, e o mercado de crédito de carbono. Mais recentemente, lançamos o programa Sustentabilidade na Construção Civil.

Quando passamos a acreditar que um negócio só é bom se for bom para todos, abrimos espaço para o surgimento de novas parcerias, idéias e possibilidades de levar a sustentabilidade para cada aspecto do negócio. Essa é a busca pelo reinventar, como temos falado em nossa comunicação institucional. Simplesmente porque sustentabilidade é, na prática, o desafio diário de pensar em novas formas de fazer negócio, de construir novas relações e buscar soluções conjuntas para problemas comuns. Afinal, só assim conseguiremos provocar a mudança que queremos ver no mundo.

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O Potencial Global de Energia Eólica

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 15:00

A Universidade de Harvard realizou um estudo global sobre energia eólica e concluiu que o potencial de geração é muito maior do que se imaginava anteriormente.  É mais um estudo científico a favor da energia eólica.

E o Brasil? O Governo Federal só quer saber de hidrelétricas na Amazônia e de termelétricas. O local mais crítico em nosso sistema energético, o Nordeste, é justamente onde está o maior potencial de aproveitamento de energia eólica. É brincadeira.

O estudo de Harvard (em inglês) pode ser copiado de nossa Biblioteca Online de Sustentabilidade

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/POTENCIAL_MUNDIAL_ENERGIA_LIMPA_2009.pdf

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Todos de Olho em Copenhague

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 10:39

De 7 a 18 de dezembro deste ano acontecerá em Copenhague, na Dinamarca, a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU (chamada COP 15). Ali poderá ser decidido que futuro deixaremos para nossos descendentes. Fiquem de olho.

A página oficial do evento é http://en.cop15.dk/

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Sustentabilidade nos Bancos Brasileiros

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O aluno de Mestrado da UFRJ Daniel Wajnberg estudou a questão da sustentabilidade nos bancos brasileiros. A dissertação de mestrado dele está em nossa Biblioteca Online de Sustentabilidade:

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/SUSTENTABILIDADE_NOS_BANCOS_BRASILEIROS_2008.pdf

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A Casa Inteligente do Japão

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Vejam que interessante a ideia dos japoneses de criar uma casa inteligente para eficiência energética. A reportagem é do Jornal Hoje, da Rede Globo.

 

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Uma Aula de Sustentabilidade

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Vejam abaixo reportagem do Programa Cidades e Soluções da Globonews sobre o aproveitamento dos quintais das casas para a produção de alimentos.

 

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Brasil Quer Tecnologia de Energia Limpa de Graça

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , — admin @ 12:04

Muito interessante a discussão sobre a quebra de patentes de tecnologias de geração de energia limpa. O Brasil, que não investe quase nada no desenvolvimento de tecnologias de energia limpa, quer que as patentes registradas por outros países sejam quebradas.  O país argumenta que se trata de uma questão de interesse público e que, nesses casos, não se justifica a existência de patentes.

É muito engraçado. Apenas como exemplo, o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de silício de grau metalúrgico, mas não produz o silício de grau solar, usado nos painéis fotovoltaicos.

O investimento em energias limpas no país (solar, eólica, das ondas) é mínimo. Todos sabemos que a energia limpa será um dos grandes negócios do Século 21, com imenso potencial de geração de empregos e riqueza (veja post anterior http://www.silvaporto.com.br/blog/?p=181).

Portanto, em termos estratégicos o que é melhor para o Brasil, que possui o maior potencial do mundo para energias limpas e renováveis: desenvolver tecnologias próprias ou mendigar quebra de patentes?

Vejam abaixo reportagem do jornal Folha de São Paulo sobre o debate mencionado.

 

BRASIL LANÇA INICIATIVA POR QUEBRA DE PATENTE PARA ENERGIAS LIMPAS

O Brasil insiste: o tratado sobre mudanças climáticas que será negociado na Conferência de Copenhague, em dezembro, terá que incluir uma cláusula sobre o compartilhamento de tecnologias “verdes”.

A proposta bate de frente com a ambição de países ricos de colocar toda a ênfase na ideia de “transferência” de tecnologia. Isso, para o Brasil e outros emergentes, nada mais é que perpetuar o monopólio sobre o conhecimento e gerar lucros para o mundo desenvolvido, desvirtuando o objetivo de preservar o meio ambiente.

“Quem acredita em transferência de tecnologia acredita também em Papai Noel e coelhinho da Páscoa”, ironizou Haroldo Machado Filho, do Ministério da Ciência e Tecnologia. Ele reiterou a posição do Brasil durante uma conferência da Organização Mundial de Propriedade Intelectual.

Com o apoio do G77 (grupo de países em desenvolvimento), a proposta brasileira é reproduzir um princípio já aplicado na saúde, pelo qual a quebra de patentes é permitida em casos de interesse público.

“Uma negociação justa sobre a transferência de tecnologia é fundamental para selar um acordo em Copenhague”, disse Machado na abertura da conferência, em Genebra. Ele admite, porém, que não será fácil estabelecer os critérios para quebra de patentes, que tocam em conceitos muitas vezes vagos, como situações de emergência. Por ora, diz Machado, é mais sensato tentar incluir o princípio no acordo, para depois negociar os detalhes.

Todo mundo reconhece a necessidade de transferência de tecnologia, existe um consenso em torno disso”, explica Machado, que é membro da Comissão Interministerial de Mudança do Clima. “A questão está nos mecanismos.”

A proposta brasileira de um sistema de patentes flexível para tecnologias verdes não é nova. Ela vem sendo defendida pelo ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) desde a Conferência do clima da ONU em Bali, em 2007. Mas o debate promete esquentar à medida em que o encontro de Copenhague se aproxima.

Para o ministro para Propriedade Intelectual britânico, David Lammy, é errado reduzir a discussão às patentes. “Precisamos tirar esse assunto dos advogados e devolver às pessoas”, disse ele durante a conferência da Ompi. “O importante é permitir acesso ao conhecimento.”

Questionado pela Folha, ele se negou a dizer em quais circunstâncias seu país aceitaria a quebra de patentes. Um assessor respondeu que não abriria as posições antes da negociações. Para Lammy, é essencial estabelecer “um clima de confiança” antes dos debates.

Por enquanto, o que predomina é o ceticismo. Sobre a proposta de o governo britânico de criar um fundo ambiental de US$ 100 bilhões, Machado transmite incredulidade. E cita como exemplo de promessa nunca cumprida a meta de destinar 0,7% do PIB dos países industrializados para o mesmo fim, feita em 1992. “Números se lançam, como sempre se lançaram”, disse ele. “A questão é o que acontece efetivamente.”

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Vídeo: Córregos Poluídos em São Paulo

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , — admin @ 17:54

Reportagem do Portal UOL.  A Prefeitura de São Paulo e o governo estadual anunciaram em março último que haviam despoluídos 42 córregos da capital. A reportagem visitou dois desses locais e entrevistou vizinhos mostrando a realidade dos córregos Nascente do Sapé e Caxingui.

Vejam o vídeo

 

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Mais um Exemplo de Uso de Energia Solar

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , — admin @ 19:08

Estudantes franceses desenvolveram o primeiro dirigível solar do mundo. A aeronave, chamada Nephelios, é um balão de hélio de 5,5 metros de diâmetro com painéis solares flexíveis na parte superior. Os painéis captam 2,4 kW de energia que movimentam dois propulsores. O dirigível atinge uma velocidade de 40 km/h.  

Dentro das próximas duas semanas, os estudantes pretendem fazer um voo inaugural atravessando o Canal da Mancha. Se tiverem sucesso será o primeiro voo de uma aeronave movida à energia solar da história.

 

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