Finalmente o Brasil Adere ao Incentivo Econômico Ambiental

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Demorou, mas chegou. Vários países do mundo criaram incentivos econômicos a favor do ambiente. A medida do Governo Federal de vincular a redução do IPI dos eletrodomésticos da chamada linha branca com a eficiência energética desses produtos é muito bem-vinda (veja link abaixo):

http://www.fazenda.gov.br/portugues/releases/2009/outubro/r291009.pdf

Ao reduzir o imposto para produtos de maior eficiência energética, o Governo incentiva a indústria a produzir equipamentos de maior desempenho ambiental. O maior custo de produzir equipamentos mais eficientes é compensado pelo menor imposto.

Agora é o momento de usar a mesma medida para os carros. Não há sentido que as SUV’s, por exemplo, paguem o mesmo imposto dos veículos mais eficientes. Será que há coragem para isso?

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Um Ótimo Exemplo da Dell

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A Dell instalou 516 painéis fotovoltaicos no estacionamento de sua sede no Texas (foto abaixo).

Além da sombra para os carros, os painéis produzirão 130 mil kW de energia por ano. Essa eletricidade abastecerá a fábrica e também servirá para carregar veículos elétricos.

É um ótimo exemplo de uma das empresas que mais investe em energia limpa no mundo.

 

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CURSO: SUSTENTABILIDADE, GESTÃO E MARKETING AMBIENTAL EM CAMPINAS

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Realizaremos um curso sobre SUSTENTABILIDADE, GESTÃO AMBIENTAL AVANÇADA e MARKETING AMBIENTAL em Campinas, nos dias 25 e 26/11/2009. Vejam as informações abaixo.

Informações e inscrições através do e-mail treinamento@silvaporto.com.br.

 

blog-curso-sustentabilidade-campinas-2009

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Marketing Ambiental: Entrevista de Fábio Barbosa

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O jornalista Alexandre Mansur, da Revista Época, fez uma entrevista com o executivo Fábio Barbosa, que liderou o trabalho pioneiro de Sustentabilidade do Banco Real.

É um grande ensinamento para as empresas. A meu ver a mensagem mais importante da entrevista é que o mercado é ambientalmente exigente e, portanto, valorizará as empresas que demonstrarem um alto desempenho socioambiental.

 

FÁBIO BARBOSA: “A EMPRESA VERDE É UM CAMINHO SEM VOLTA”

Para o presidente do grupo Santander, não é mais possível fazer negócios sem preocupação ambiental.

Há oito anos, o banqueiro Fabio Barbosa olhou para sua árvore e viu uma floresta. Então presidente do Banco Real, ele percebeu como uma instituição financeira poderia induzir práticas sociais e ambientais mais responsáveis em todo o setor privado. Levou o banco a adotar atitudes pioneiras, que depois foram incorporadas pelo mercado. Começou com talões de cheque de papel reciclado e evoluiu para práticas inovadoras. Em 2004, o Real expulsou 20 clientes corporativos, inclusive algumas madeireiras na Amazônia, porque não seguiam as leis ambientais. A experiência do Real foi uma das referências para elaborar os Princípios do Equador, uma seleção de critérios socioambientais criada pelo Banco Mundial e hoje praticada por 60 instituições financeiras. Há duas semanas, o Real foi eleito o banco mais sustentável do mundo pelo Banco Mundial e pelo jornal britânico Financial Times. Com a compra do Real pelo Santander, no ano passado, Barbosa foi nomeado presidente das operações do novo banco, o terceiro maior do país.

Época - Um banco não é uma ONG. Por que ele teria de ser bonzinho para a sociedade?

Fabio Barbosa – Não é uma questão de “ser bonzinho”. Trata-se de fazer aquilo em que acreditamos, influenciando outras empresas que compartilhem nossa visão de construir um banco melhor, um mercado melhor e um país melhor. Já temos muita gente nesse movimento, o que ajuda a consolidar o Brasil como referência em sustentabilidade para o mundo.

Época - Hoje, vários bancos fazem propaganda de suas iniciativas socioambientais. Como saber quem é mais empenhado?

Barbosa – Sinceramente, não achamos que seja uma questão para medir ou comparar, e sim para comemorar. Quanto mais empresas, pessoas e governos apoiarem a causa da sustentabilidade, mais rápido teremos empresas melhores e um país melhor. Se o cliente estiver interessado em saber quem está mais avançado na inserção de sustentabilidade, ele consegue comprovar por meio do relacionamento se a prática da empresa condiz com a propaganda.

Época - Todo mundo hoje diz que é sustentável. Cada um com entendimento diferente desse termo tão vago. Como avaliar quem é sério e quem apenas faz propaganda?

Barbosa – Quanto mais empresas e instituições começam a praticar e a comunicar suas ações em sustentabilidade, mais o tema se difunde na sociedade. Há cada vez mais opções de comunicação, e a capacidade de expressão dos consumidores só aumenta. O nível de crítica e de vigilância da sociedade tem aumentado também. E essa é uma ótima notícia, pois ajudará a diferenciar aqueles que realmente fazem daqueles que fazem menos.

Época - É possível aferir as vantagens financeiras que os critérios socioambientais trouxeram para o Banco Real?

Barbosa – Sim. Com os clientes, isso se dá por meio do relacionamento. Uma rede hoteleira queria financiar a reforma e a modernização de dois de seus estabelecimentos. Apresentamos a possibilidade de inserir critérios socioambientais nas reformas, e o resultado foi que o cliente expandiu seu financiamento conosco. Nossa marca também tem ficado mais atrativa. Em 2004, a distância do Real para o banco líder em atratividade da marca era de 13 pontos porcentuais. Hoje, essa distância é de 3 pontos, quase um empate técnico. Isso significa novos clientes. Nos últimos 12 meses, conquistamos 200 mil correntistas. Esse reconhecimento pelo mercado também nos dá acesso a novos financiamentos, como a construção de grandes obras de infra-estrutura, onde somos escolhidos como líderes dos processos que envolvem muitos bancos e ao mesmo tempo responsáveis pela avaliação de riscos socioambientais para os Princípios do Equador. Tivemos também acesso a uma linha de financiamento de US$ 300 milhões do Banco Mundial para projetos socioambientais de nossos clientes.

Época - O Real anunciou que adotou critérios ambientais para selecionar clientes. Mas nos últimos anos só eliminou 50 clientes empresariais de um universo de 6 mil. Isso significa que estão todos ótimos? Ou o critério não é restrito o bastante?

Barbosa – Nossos mecanismos de análise de gestão financeira são bastante rigorosos. Já trabalhamos com os melhores clientes de todos os setores, com foco na boa gestão financeira. Aspectos socioambientais são mais um filtro incorporado, melhorando ainda mais a análise financeira. Temos visto que uma boa gestão financeira se reflete na gestão ambiental de forma positiva. Durante os cinco anos em que fazemos a análise de risco socioambiental, fortalecemos o trabalho de engajamento dos clientes para investir em melhorias rumo à sustentabilidade.

Época - Um empresário no Brasil mal consegue ser competitivo, gerar emprego e dar lucro com a carga tributária atual. Por que ele também precisa adotar critérios socioambientais voluntariamente? Não estamos cobrando muito?

Barbosa – Trata-se de um falso dilema acreditar que ou você é bem-sucedido nos negócios ou faz as coisas certas. Critérios socioambientais, em meu modo de ver, não são um adendo ao negócio. Eles devem ser o jeito de fazer negócios. Quando um empresário toma um financiamento para reutilizar a água e tratar os efluentes e com isso reduz seus custos e aumenta sua produtividade, estamos provando que uma coisa não é antagônica à outra. Temos percebido também que empresas que pontuam melhor no questionário de risco socioambiental que aplicamos têm excelente performance financeira.

Época - Como fazer negócios com esses critérios de sustentabilidade em regiões como a Amazônia, onde madeira e pecuária, algumas das principais atividades econômicas, têm problemas ambientais, fundiários e tributários?

Barbosa – De fato, temos todos os problemas mencionados. Mas temos também clientes que fazem as coisas do jeito certo. É com esses que temos procurado trabalhar. Temos empresários que há anos exportam madeira da Amazônia fazendo o manejo sustentável. Outros que contam com certificações. Existem maneiras – e esses nossos clientes provam isso – de fazer negócios e manter a floresta de pé.

Época - O que faremos com todos esses investimentos empresariais em políticas responsáveis com o meio ambiente se essa onda de preocupações passar?

Barbosa – Essa não é uma “onda”, mas um caminho sem volta. Tudo o que está sendo feito veio para ficar. Principalmente porque é a sociedade que está cobrando e porque não há outro jeito de se fazer. Os americanos dizem: “Quando as pessoas fazem, os líderes seguem”. Os consumidores, tanto no Brasil como no mundo, estão cada vez mais exigentes e conscientes sobre o assunto, forçando as empresas a mudar suas práticas.

Época - Como o senhor acordou para os cuidados socioambientais?

Barbosa – Sempre procuro fazer as coisas certas do jeito certo. Meus valores familiares sempre reforçaram isso, e, aos poucos, percebi que existe uma receptividade da sociedade. Essa crença ficou mais forte com o tempo e agora, em que a sociedade passa por um grande momento de transição, com o Brasil se tornando um país cada vez mais maduro, isso está sendo cada vez mais valorizado. E cada vez mais pessoas vêm nesse caminho.

Época - O que o senhor mudou em sua vida pessoal para reduzir a pegada ecológica?

Barbosa – O filósofo americano Ralph Waldo Emerson disse: “Suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz”. Precisamos ter coerência nas atitudes. No meu dia-a-dia, faço algumas coisas para isso. Reduzimos desperdício e reciclamos o lixo em São Paulo e no interior, onde estou certificando meu plantio de café como sustentável. Tenho satisfação em ver a preocupação socioambiental de meus filhos e dos amigos deles. A próxima geração, que já está chegando ao comando das empresas, tem um jeito novo de olhar o mundo. Eles, certamente mais do que nós, terão condições de deixar um mundo melhor para as próximas gerações.

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O Crescimento das Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil

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Vejam abaixo trecho de reportagem do jornal Folha de São Paulo sobre estudo da USP que concluiu que as emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil cresceu 24,6% entre 1990 e 2005. Uma conclusão importante do estudo é que o maior crescimento não veio do desmatamento (cujas emissões aumentaram 8,1%), mas sim energia, agropecuária, indústria e lixo (cujas emissões aumentaram 41%).

 

EMISSÃO DE GÁS-ESTUFA NO PAÍS SOBE 24,6% EM 15 ANOS

As emissões de gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 24,6% entre 1990 e 2005, indica uma estimativa feita por cientistas da USP. Desde 1994 -o último ano para o qual o país havia produzido um inventário oficial sobre o tema- o crescimento foi de 17%.

O trabalho, liderado por Carlos Cerri, , sai às vésperas de o MMA (Ministério do Meio Ambiente) divulgar suas próprias estimativas. Os dois estudos preenchem um vácuo de informação deixado pelo MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), que produz os dados oficiais, e deve divulgar o próximo inventário só no ano que vem.

Questionado sobre se 17% é algo acima ou abaixo da expectativa, Cerri diz que não sabe avaliar: “A gente não tinha ideia de quanto seria; o Brasil mudou muito nos últimos anos”. Seu trabalho, porém, mostra que o perfil brasileiro de emissões está mudando . Gases-estufa do desmatamento cresceram 8,1% entre 1994 e 2005, taxa menor que a de outros tipos de fonte. Emissões vindas de energia, agropecuária, indústria e lixo tiveram juntas aumento médio de 41%.

Mesmo com essa diferença, porém, o desmate continua sendo o principal emissor, representando 51,9% do total.

Descontando a perda de floresta, é possível comparar o Brasil a outros países. O crescimento de 41% foi menor que o de muitos países ricos que deveriam estar cortando emissões em vez de aumentar, conforme prevê o Protocolo de Kyoto. Gigantes pobres como China e Índia também tiveram aumentos maiores (89% e 62%, respectivamente). As emissões não-desmate do Brasil, porém, subiram mais que a média mundial de 28,1% -puxadas por uma matriz energética mais suja e pelos transportes.

Os cálculos de Cerri e seus colegas saem em um artigo na edição desta semana da revista “Scientia Agricola”. O trabalho, que levou cerca de um ano, é basicamente a compilação de dados de outros levantamentos já publicados -incluindo o inventário oficial de 1994. Cada fonte de dados teve de receber tratamento estatístico adequado para ser unida às outras.

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Frase Sobre Sustentabilidade

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Vejam a frase dita pelo índio líder da etnia caiapó, Raoni Txucarramãe, publicada na edição de ontem (25/10) do jornal Folha de São Paulo:

O calor está intenso, os ventos são muito mais fortes do que eram antes e o nível dos rios na seca é diferente do que era… Estou preocupado“.

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Diagnóstico do Manejo dos Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil

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O Ministério das Cidades lançou ontem (19/10) o Diagnóstico do Manejo dos Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil. Com dados de 2007, o relatório avaliou 306 municípios, que representam 55% da população urbana do país.

Algumas conclusões do estudo:

a) 64% do lixo coletado vão para aterros sanitários, enquanto 9,5% vão para lixões;

b) Dos 587 aterros de resíduos catalogados, 46% não têm qualquer tipo de licença ambiental;

c) 56,9% dos municípios avaliados possuem programas de coleta seletiva.

Os resultados do estudo (tabelas e indicadores) podem ser copiados em nossa BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE:

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/DIAGNOSTICO_RESIDUOS_SOLIDOS.pdf

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A Economia dos Prédios Verdes

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Apesar da resistência de muitos, não há como separar economia e meio ambiente, afinal a sustentabilidade, por definição, deve ser econômica, social e ambiental.

Um bom exemplo são os prédios verdes (green building). Reportagem da Agência Estado ouviu Luiz Fernando do Valle, presidente da Ecoesfera, construtora especializada em obras sustentáveis. Segundo ele, um prédio verde pode custar de 8% a 15% mais do que um projeto convencional, porém o valor do condomínio pode ficar até 30% menor, com a economia de água e de energia.

Luiz Fernando diz que em cerca de dois anos um prédio verde “paga” esse valor a mais e a partir daí começa a dar economia aos usuários.

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O Poder das Prefeituras no Combate ao Aquecimento Global

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Vejam no link abaixo ótima reportagem do jornal Herald Tribune, divulgada pelo Portal UOL, sobre o poder das Prefeituras e demais governos locais no combate ao Aquecimento Global.

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/herald/2009/10/19/ult2680u919.jhtm

Mesmo que a COP-15 não produza o resultado esperado na busca pela redução de emissões de GEE, ações locais podem fazer a diferença.

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Aquecimento Global: O Exemplo de Obama

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O Presidente Barack Obama deu um grande exemplo de comprometimento contra o Aquecimento Global. No dia 05/10 ele baixou um Decreto exigindo que todas as Agências e Escritórios do Governo Federal definam em 90 dias suas metas de redução de Gases de Efeito Estufa (GEE) para 2020.

Nos EUA o Governo Federal tem aproximadamente 500.000 prédios, utiliza mais de 600.000 veículos e emprega mais de 1,8 milhão de pessoas. É o maior consumidor de energia do país.

Pelo Decreto as unidades federais deverão medir, gerenciar e reduzir as emissões de GEE conforme as metas a serem definidas. Algumas exigências mínimas são:

a) 30% de redução do consumo de combustível dos veículos até 2020;

b) 26% de aumento na eficiência do uso da água até 2020;

c) 50% de reciclagem ou reaproveitamento de resíduos até 2015.

O Decreto (em inglês) pode ser copiado no link abaixo:

http://www.whitehouse.gov/assets/documents/2009fedleader_eo_rel.pdf

E o Governo Federal do Brasil? O que está fazendo para dar o exemplo à sociedade na luta contra o Aquecimento Global?

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Vídeo Sustentabilidade: Palhaços pelo Meio Ambiente

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Vejam o vídeo da Campanha dos palhaços de São Paulo a favor do meio ambiente. Eles se chamam de Sequestradores de Carbono.

 

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CURSO: SUSTENTABILIDADE E GESTÃO AMBIENTAL AVANÇADA EM CURITIBA

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Realizaremos um curso sobre SUSTENTABILIDADE E GESTÃO AMBIENTAL AVANÇADA em Curitiba, nos dias 18 e 19/11/2009. Vejam as informações abaixo.

Informações e inscrições através do e-mail treinamento@silvaporto.com.br

 

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Ranking das Empresas Mais Verdes dos EUA

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Reproduzo aqui notícia do blog da Andrea Vialli, do Estadão ( http://blog.estadao.com.br/blog/vialli/).

 

A revista Newsweek fez um inédito ranking das 500 empresas mais verdes dos Estados Unidos. Com a ajuda de institutos de pesquisa, as companhias foram analisadas segundo três pilares principais: reputação, políticas de sustentabilidade e impacto ambiental das operações (esse último item, com mais de 700 variáveis).

De modo geral, o resultado coloca as empresas de tecnologia em ótima posição (das 20 primeiras colocadas, nada menos que 10 são de TI e telecom) e também várias do varejo, como a rede Starbucks. Entre os setores que tiveram pior desempenho, estão as de agroquímicos, como Monsanto (485ª posição) e Bunge (493ª no ranking). As empresas de energia também não estão bem-cotadas.

O ranking pode ser visto em:

http://greenrankings.newsweek.com/top500

A metodologia de avaliação das empresas está em:

http://www.newsweek.com/id/215522

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COP-15: Música contra o Aquecimento Global

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Vários músicos gravaram uma nova versão do clássico dos anos 1990 do Minight Oil Beds Are Burning. É mais uma ação da campanha a favor de medidas fortes contra o Aquecimento Global na COP-15. Veja o vídeo clip abaixo.

Se quiser baixar a música gratuitamente:

http://www.timeforclimatejustice.org/downloads/thesong

 

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