A Verdade Inconveniente de Amory Lovins

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , — admin @ 15:52

 

Vejam no vídeo abaixo palestra do grande físico Amory Lovins sobre as possibilidades e oportunidades para eliminar o uso do petróleo através de eficiência energética, inovação e novas tecnologias. A palestra é de 2005. Há legendas em português disponíveis.

Notem o ponto-chave dos argumentos de Amory Lovins. Quando as pessoas colocam sua imensa capacidade para resolver um problema, elas o resolvem: durante a crise do petróleo, de 1977 a 1985, o PIB dos EUA cresceu 27%, porém o consumo de petróleo caiu 17% e a importação de petróleo caiu 50%.

Ajudem a pressionar o Governo brasileiro para incentivar radicalmente a eficiência energética.

 

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Falta Dinheiro Para a Energia Limpa

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O Solar Impulse, primeiro avião do mundo movido a energia limpa, fez seu primeiro voo noturno nesta semana. Voou por 26 horas, provando que pode voar também à noite (vejam vídeos abaixo).

Muitos vão dizer que a energia solar é muito cara, inviável. Esse projeto mostra que a capacidade humana permite sonhar alto, porém os governos precisam investir dinheiro grande em pesquisa e incentivos para o uso de energia limpa.

Dizem que não há dinheiro para incentivar o uso de energia limpa, cujas instalações caracterizam-se por alto custo de investimento inicial e baixíssimo custo de operação e  manutenção. Mas na crise econômica de 2008 os governos não gastaram trilhões de dólares para salvar os bancos?

Quer dizer então que há dinheiro para salvar os bancos, mas para salvar o Planeta não há? Vamos usar esse exemplo do Solar Impulse para exigir dos governos mais investimento em energia limpa. Por que o Brasil não investe pesadamente em energia eólica, solar e energia das marés, aproveitando o imenso potencial que a natureza nos deu?

 

 

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O Brasil na Contramão

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O Brasil está na contramão. Enquanto nos países desenvolvidos há investimento maciço em energia solar e eólica, aqui  desperdiçamos um imenso potencial de uso de energia limpa. Vejam o gráfico abaixo com dados da ANEEL de dezembro de 2009.

O nosso potencial de aproveitamento da energia eólica é imenso, principalmente no litoral. E não adianta dizer que é uma fonte de energia mais cara, pois sabemos que dinheiro existe. Na crise econômica de 2008 o Governo não investiu quantias enormes em renúncias fiscais e auxílio ao mercado financeiro? Não é falta de dinheiro é falta de prioridade!!

Muitos irão dizer que o Brasil ainda tem uma posição inigualável, pois usa 86% de energia renovável. É verdade, mas energia renovável não é necessariamente energia limpa. Energia limpa é aquela oriunda de fontes renováveis, com impacto mínimo ao meio ambiente.

Uma grande usina hidrelétrica possui enormes impactos sociais e ambientais. Uma questão nova e que precisa ser melhor discutida é a geração de gás metano nos reservatórios de hidrelétricas em áreas de floresta. A decomposição da matéria orgânica alagada nessas imensas obras gera gás metano, que é um gás de efeito estufa (GEE) 21 vezes mais intenso que o gás carbônico.  Cientistas imaginam que algumas hidrelétricas emitem mais GEE do que uma termelétrica de capacidade equivalente. Vejam trabalho técnico sobre o assunto no link abaixo:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/GERACAO_METANO_HIDRELETRICAS.pdf

 

 

 matriz-energetica-brasileira21

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Poste Solar e Eólico

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Vejam que invenção interessante do engenheiro mecânico do Ceará Fernando Alvez Ximenes: o poste solar e eólico.

 

poste_solar_eolico

 

O poste de 12 metros de altura possui um sistema de geração eólica em forma de avião. Nas asas do avião estão painéis solares.

Uma bateria garante armazenamento de energia por até 70 horas. As lâmpadas são de LED, o que garante baixíssimo consumo e altíssima vida útil.

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O Maior Barco Solar do Mundo

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , — admin @ 14:02

 

Já falamos aqui sobre um barco movido à energia solar em operação na Alemanha:

http://www.silvaporto.com.br/blog/?p=372

Agora, no final de março último foi apresentado na Alemanha o maior barco solar do mundo. O PlanetSolar é um catamarã de 30 metros de comprimento, cujo início de operação se dará em 2011 com uma viagem de volta ao mundo. Vejam fotos abaixo.

Enquanto isso, no Brasil, um país com regiões de altíssima incidência de luz solar, como o nordeste e o interior de São Paulo, nada é feito. Não há aqui qualquer incentivo para o uso da energia solar.

 

barco_solar3

barco_solar

barco_solar2

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O Primeiro Voo do Avião Solar

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Vejam no vídeo abaixo o primeiro voo do avião Solar Impulse, que já foi objeto de post aqui no blog, quando ainda estava na fase de projeto.

 

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Brasil Está Perdendo o Bonde da “Economia Verde”

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Na edição do último domingo (28/2) o jornal Folha de São Paulo trouxe reportagem demonstrando o quanto o Brasil está ficando para trás na chamada economia verde.

Temos falado muito sobre isso aqui. O governo brasileiro imagina a questão das energias limpas como um tema ambiental. Na verdade é uma questão econômica estratégica, pois esse segmento será o motor do desenvolvimento econômico e tecnológico do Século 21.

Vejam abaixo um pequeno trecho da reportagem. O texto completo pode ser visto no link a seguir (para assinantes do jornal ou do UOL):

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2802201009.htm

 

BRASIL FICA PARA TRÁS NA CORRIDA PELA NOVA ECONOMIA ‘VERDE’

Na corrida global por desenvolvimento científico e ampliação de investimentos ligados à economia de baixo carbono, o Brasil começa a ficar para trás.

Enquanto potências como EUA e China investem centenas de bilhões de dólares na área, vista como a nova fronteira do desenvolvimento mundial, o Brasil nem sequer tem um modelo nacional, afirmam acadêmicos e ambientalistas. No setor privado, negócios verdes esbarram em gargalos como estrutura tributária inadequada, falta de marco regulatório e ausência de incentivo.

Nessa corrida, o país tem as vantagens da biodiversidade e de escolhas feitas no passado (como a aposta no álcool e na hidroeletricidade). No entanto, desperdiça o enorme potencial de fontes de energia, como solar, eólica e de biomassa, e avança lentamente em áreas-chave, como etanol celulósico, segundo especialistas.

“Talvez esse conforto esteja trazendo uma reação de certa forma comodista, diferentemente dos países premidos por urgência de mudança energética, que estão fazendo esforços para diversificar suas fontes de energia e mudar padrões produtivos e de consumo”, afirma o economista Ricardo Abramovay, do Núcleo de Economia Socioambiental da USP.

Globalmente, uma fatia média de 16,4% dos pacotes de estímulo lançados no ano passado para mitigar os efeitos da crise econômica foi “verde” (US$ 513 bilhões em 17 grandes economias), segundo o HSBC. A Bloomberg New Energy Finance estima que 16% desses fundos verdes sejam destinados a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias limpas.

No Brasil, só R$ 1,5 bilhão, ou cerca de 5% do total de estímulos fiscais anticrise, focou o setor produtivo “limpo”, como o IPI reduzido para carros “flex”. E, segundo levantamento do Ministério do Meio Ambiente, feito em todas as pastas a pedido da Folha, em 2009 o governo gastou R$ 2,5 bilhões em ações verdes (R$ 380 milhões diretamente ligados à pesquisa, sem contar atividade espacial).

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O Impacto da Energia Limpa na Economia

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Mais um estudo técnico confirma o impacto altamente positivo do setor de energia limpa na economia americana.

A ONG The Climate Group e a Universidade de Michigan utilizaram dados econômicos da consultoria Deloitte e concluíram que o investimento em energia limpa pode gerar 100.000 empregos no meio oeste americano até 2015. Além disso, o estudo estima receitas de até 12 bilhões de dólares e arrecadação de impostos locais e estaduais de até 800 milhões de dólares no mesmo período. Cabe lembrar que o meio oeste foi uma das regiões mais afetadas pela recessão nos EUA.

O relatório técnico (em inglês) pode ser copiado em nossa BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/RELATORIO_EMPREGOS_MEIO_OESTE_EUA.pdf

Vários estudos já demonstraram o grande impacto positivo do setor de energia limpa na economia. E o Brasil? Vai perder essa grande oportunidade? Quando a energia limpa for inevitável, vamos comprar os equipamentos e a tecnologia do exterior?

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O Ranking da Energia Eólica no Mundo

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , , , — admin @ 12:38

 

O Conselho Mundial de Energia Eólica (GWEC) divulgou os dados de geração de energia eólica no mundo em 2009.

Houve um crescimento de 31% na geração eólica no mundo em 2009.  Um terço desse crescimento veio da China, cuja parque eólico cresceu mais de 100%, fazendo o país assumir o terceiro lugar no ranking mundial com mais de 25 GW de potência instalada. A China ficou atrás apenas dos EUA e da Alemanha.

O Brasil, que é um fiasco em geração de energia eólica, ficou em 21º lugar, com apenas 606 MW.  E o potencial eólico do país é estimado em mais de 60 GW, segundo a ANEEL. Ou seja, estamos usando menos de 1% do nosso potencial.

O levantamento do GWEC pode ser copiado em nossa BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/ENERGIA_EOLICA_MUNDO_2009.pdf

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Energia Limpa: A Bicicleta Híbrida

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 18:01

 

Uma grande invenção do MIT. A bicicleta híbrida que aproveita a energia cinética na frenagem, com mecanismo semelhante ao adotado no Toyota Prius e no Kers dos carros de Fórmula 1.

Vejam abaixo a reportagem da Revista Veja, divulgada pelo site Planeta Sustentável.

 

bicicleta_copenhague

 

BOM NA FÓRMULA 1, ÓTIMO NA BIKE

Embora não tenha produzido resultados expressivos no combate ao aquecimento global, a reunião dos líderes mundiais em Copenhague, nas últimas duas semanas, serviu de cenário para o lançamento de uma simpática novidade tecnológica. Um aparelho em forma de disco desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, em parceria com o governo italiano, transforma a bicicleta comum num veículo híbrido, com um pequeno motor movido a energia elétrica.

Para isso, basta encaixá-lo na roda traseira da bicicleta, ligando-o à coroa dentada menor. A adaptação resulta num veículo bem diferente das bicicletas elétricas tradicionais, com seu emaranhado de fios e baterias. O aparelho permite que a bicicleta atinja a velocidade de 25 quilômetros por hora sem o auxílio dos pedais - e ajuda bastante a enfrentar ladeiras íngremes. Os idealizadores do protótipo apresentado na Dinamarca, batizado de Roda de Copenhague, esperam que o veículo incentive o uso dos meios de transporte não poluentes no dia a dia.

Ao pilotar uma bicicleta equipada com a Roda de Copenhague, o ciclista controla o funcionamento da roda com um smartphone. Também com ele, obtém informações, via Bluetooth, sobre velocidade, distância, localização por GPS e até dados meteorológicos - como nos painéis dos automóveis mais modernos. A maior inovação tecnológica do invento é a forma de geração da energia necessária para alimentar o motor da roda. Os engenheiros do MIT desenvolveram um sistema similar ao Kers, dispositivo utilizado na última temporada em alguns carros da Fórmula 1 e baseado no reaproveitamento da energia cinética.

Tanto no carro de corrida quanto na bicicleta, a energia que carrega as baterias é obtida por meio da frenagem do veículo. O Kers, sigla em inglês para sistema de recuperação de energia cinética, foi criado com base em um conceito elementar da física. Explica o engenheiro Glauco Augusto de Paula Caurin, da Universidade de São Paulo: “Todo corpo em movimento obtém energia cinética. Quanto maior a velocidade, maior a energia. Quando esse corpo é desacelerado, a energia obtida se dissipa no ambiente”. O aproveitamento da energia cinética não é novidade.

Ela move, por exemplo, os carrinhos de brinquedo a fricção e os relógios de pulso automáticos, nos quais se dá corda apenas balançando o braço. Nos carros da Fórmula 1, toda a energia cinética do veículo é transferida para os freios, em forma de calor. O sistema Kers reaproveita parte dessa energia para usá-la em favor do piloto. Um gerador transfere a energia da desaceleração para uma bateria. Ao pressionar um botão no volante, o piloto ativa o sistema e, durante seis segundos, o carro ganha uma força extra de 80 cavalos de potência, útil para realizar ultrapassagens.

Os idealizadores da Roda de Copenhague prometem vendê-la a um preço acessível. “Com a produção em série, o preço da roda cairá bastante. Comprar a roda não sairá mais caro do que comprar uma bicicleta tradicional”, disse a VEJA o engenheiro italiano Carlo Ratti, diretor do projeto.

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Volta ao Mundo com Avião Movido à Energia Solar

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Vejam abaixo vídeo da aventura do suíço Bertrand Piccard, que pretende dar a volta ao mundo com um avião movido à energia solar.

 

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Um Ótimo Exemplo da Dell

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A Dell instalou 516 painéis fotovoltaicos no estacionamento de sua sede no Texas (foto abaixo).

Além da sombra para os carros, os painéis produzirão 130 mil kW de energia por ano. Essa eletricidade abastecerá a fábrica e também servirá para carregar veículos elétricos.

É um ótimo exemplo de uma das empresas que mais investe em energia limpa no mundo.

 

dellsolar

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COP-15: As Empresas Líderes Mundiais na Divulgação de Emissões

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 18:55

O Carbon Disclosure Project (www.cdproject.net) é uma ONG criada em 2000 por 475 investidores com ativos de mais de 55 trilhões de dólares. Sua missão é reunir e disseminar informações sobre a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) de empresas ao redor do mundo.

Recentemente foi divulgado o Relatório Global 500, elaborado pela firma PricewaterhouseCoopers, que reuniu os dados de emissões  de GEE das 500 maiores empresas do mundo. O relatório completo (em inglês) pode ser copiado em nossa BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE:

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/RELATORIO_GLOBAL_500_CDP.pdf

O Relatório apresenta um índice de qualidade da transparência e profundidade dos dados de emissões, chamado CDLI (Carbon Disclosure Leadership Index). Na edição de 2009, as empresas líderes mundiais foram:

Bayer

BASF

HSBC

Wal-Mart

Chevron

Cisco Systems

PG&E

Public Service Enterprise Group

Spectra Energy

Bank of Montreal

Boeing

Carnival

Rio Tinto

Samsung

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COP-15: Os Benefícios Econômicos de Reduzir as Emissões são Inquestionáveis

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 15:13

 

Agora, a poucos meses da COP-15, não há mais motivo para discussão.  Está comprovado tecnicamente que reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é a melhor decisão ECONÔMICA.

Mais um estudo comprova os benefícios econômicos da redução das emissões de GEE. A New York University analisou tecnicamente o impacto econômico da Lei de Mudanças Climáticas que encontra-se em discussão no Senado dos EUA.  A principal conclusão é que para cada dólar gasto com a redução das emissões proposta na nova Lei serão gerados 2,27 dólares na economia americana.

O referido estudo (em inglês), lançado há poucos dias, pode ser copiado em nossa BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE:

 

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/BENEFICIOS_ECONOMICOS_DE_LEIS_CLIMA.pdf

 

Outros estudos que comprovam os benefícios econômicos da redução das emissões de GEE:

 

RELATÓRIO STERN - OS CUSTOS DO AQUECIMENTO GLOBAL

http://www.silvaporto.com.br/admin/downloads/RELATORIO_STERN_-_CUSTOS_DO_AQUECIMENTO_GLOBAL.pdf

 

RELATÓRIO IMPERIAL COLLEGE LONDON - OS CUSTOS ECONÔMICOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICA 2009

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/CUSTOS_ECONOMICOS_DAS_MUDANCAS_CLIMATICAS_2009.pdf

 

RELATÓRIO GERAÇÃO DE EMPREGOS NO MERCADO VERDE NOS EUA 2009

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/RELATORIO_EMPREGOS_NO_MERCADO_AMBIENTAL_EUA_2009.pdf

 

RELATÓRIO UNIVERSITY OF MASSACHUSETTS - BENEFÍCIOS ECONÔMICOS DA ENERGIA LIMPA 2009

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/BENEFICIOS_ECONOMICOS_DA_ENERGIA_LIMPA_EUA_2009.pdf

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Empresas Que Usam 100% de Energia Limpa

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , — admin @ 07:52

Uma das principais ações que uma empresa deve adotar na busca pela sustentabilidade é o uso de energia limpa. E quando digo energia limpa, quero dizer energia eólica, solar, das ondas, etc. A energia hidrelétrica, apesar de ser renovável, não tem nada de limpa.

 A EPA, Agência Ambiental dos EUA, fez um levantamento das maiores empresas do país que usam exclusivamente energia limpa. As 10 maiores são: 

 

- PepsiCo

- Whole Foods Market

- Dell

- The Pepsi Bottling Group

- EPA

- PepsiAmericas

- Vail Resorts

- The World Bank Group

- Mohawk Fine Papers

- The Dannon Company

 

A lista completa, com detalhes como o tipo de fonte de energia usada, pode ser vista em:

 

http://www.epa.gov/grnpower/toplists/partner100.htm 

 

Ressalto que essas empresas usam exclusivamente energia limpa (para eletricidade) em suas operações nos EUA.

 Notem que usar energia limpa não significa que as próprias empresas tem que gerar essa energia. No mercado as empresas podem comprar energia de geradores de energia limpa.

E no Brasil? Aqui o que mais se ouve é que o emprego de energia limpa é inviável economicamente para as empresas. Mas aqui também existe mercado lkivre de energia. E já existem geradores de energia limpa, como as usinas eólicas do Nordeste e do Sul do país.

Então o que falta para uma empresa no Brasil começar a usar energia limpa em maior escala? Imaginem o retorno de marketing que essa ação traria (publicidade espontânea, etc.)

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Aproveitamento da Energia Solar

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 21:34

Vejam abaixo link para excelente reportagem da revista National Geographic Brasil sobre as possibilidades de aproveitamento de energia solar. Um dado apenas. A necessidade total de energia dos humanos na Terra é de 16 terawatts. A luz solar que incide no Planeta é de 120 mil terawatts.

http://viajeaqui.abril.uol.com.br/national-geographic/edicao-114/energia-solar-493877.shtml?page=0

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O Barco Movido à Energia Solar

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , — admin @ 18:33

Começou a operar na Alemanha um barco movido à energia solar. Ótimo exemplo. Vejam o vídeo.

 

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Aproveitando a Energia da Dança

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , — admin @ 18:27

Há um bom tempo conhecemos o caso do Sustainable Dance Club, na Holanda, e sua proposta inovadora de clube de dança sustentável.  O destaque é o incrível sistema que aproveita a energia da pista de dança, transformando-a em energia elétrica.

Agora a Revista Super Interessante fez uma reportagem sobre o local (vejam abaixo). Quem quiser conhecer mais sobre o SDC acesse:  http://sustainabledanceclub.com/. E Vejam o vídeo.

 

 

 

ENERGIA NA PISTA DE DANÇA

“A cada passo que damos, produzimos energia, que deixamos para trás. E se pudéssemos capturar essa energia e usá-la como uma fonte limpa de eletricidade?” Esse foi o lema da Sustainable Dance Club - uma empresa que desenvolve sistemas mais sustentáveis para “baladas verdes” – para criar o Sustainable Dance Floor.

É uma pista de dança, com molas e microchips na parte de baixo, que capta a energia produzida por nossos movimentos de dança e a envia para um gerador, que armazena eletricidade.

Por enquanto, essa energia é utilizada, apenas, para acender as lâmpadas LED da pista de dança. Segundo a empresa criadora, uma pessoa pode produzir, por noite, entre 2 e 20 Watts de energia e, dependendo da intensidade dos movimentos de cada um, a pista acende com cores diferentes.

Mas a ideia foi tão bem aceita entre pesquisadores que, na Universidade de Delft, na Holanda, especialistas estudam um jeito de aperfeiçoar a técnica para poder usá-la como fonte de energia elétrica para toda a estrutura das baladas.

Já pensou se a moda pega? Será que seremos capazes de produzir eletricidade necessária para iluminar ginásios, ruas e outros lugares com grandes concentrações de pessoas?

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O Potencial Global de Energia Eólica

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 15:00

A Universidade de Harvard realizou um estudo global sobre energia eólica e concluiu que o potencial de geração é muito maior do que se imaginava anteriormente.  É mais um estudo científico a favor da energia eólica.

E o Brasil? O Governo Federal só quer saber de hidrelétricas na Amazônia e de termelétricas. O local mais crítico em nosso sistema energético, o Nordeste, é justamente onde está o maior potencial de aproveitamento de energia eólica. É brincadeira.

O estudo de Harvard (em inglês) pode ser copiado de nossa Biblioteca Online de Sustentabilidade

www.silvaporto.com.br/admin/downloads/POTENCIAL_MUNDIAL_ENERGIA_LIMPA_2009.pdf

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Brasil Quer Tecnologia de Energia Limpa de Graça

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , — admin @ 12:04

Muito interessante a discussão sobre a quebra de patentes de tecnologias de geração de energia limpa. O Brasil, que não investe quase nada no desenvolvimento de tecnologias de energia limpa, quer que as patentes registradas por outros países sejam quebradas.  O país argumenta que se trata de uma questão de interesse público e que, nesses casos, não se justifica a existência de patentes.

É muito engraçado. Apenas como exemplo, o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de silício de grau metalúrgico, mas não produz o silício de grau solar, usado nos painéis fotovoltaicos.

O investimento em energias limpas no país (solar, eólica, das ondas) é mínimo. Todos sabemos que a energia limpa será um dos grandes negócios do Século 21, com imenso potencial de geração de empregos e riqueza (veja post anterior http://www.silvaporto.com.br/blog/?p=181).

Portanto, em termos estratégicos o que é melhor para o Brasil, que possui o maior potencial do mundo para energias limpas e renováveis: desenvolver tecnologias próprias ou mendigar quebra de patentes?

Vejam abaixo reportagem do jornal Folha de São Paulo sobre o debate mencionado.

 

BRASIL LANÇA INICIATIVA POR QUEBRA DE PATENTE PARA ENERGIAS LIMPAS

O Brasil insiste: o tratado sobre mudanças climáticas que será negociado na Conferência de Copenhague, em dezembro, terá que incluir uma cláusula sobre o compartilhamento de tecnologias “verdes”.

A proposta bate de frente com a ambição de países ricos de colocar toda a ênfase na ideia de “transferência” de tecnologia. Isso, para o Brasil e outros emergentes, nada mais é que perpetuar o monopólio sobre o conhecimento e gerar lucros para o mundo desenvolvido, desvirtuando o objetivo de preservar o meio ambiente.

“Quem acredita em transferência de tecnologia acredita também em Papai Noel e coelhinho da Páscoa”, ironizou Haroldo Machado Filho, do Ministério da Ciência e Tecnologia. Ele reiterou a posição do Brasil durante uma conferência da Organização Mundial de Propriedade Intelectual.

Com o apoio do G77 (grupo de países em desenvolvimento), a proposta brasileira é reproduzir um princípio já aplicado na saúde, pelo qual a quebra de patentes é permitida em casos de interesse público.

“Uma negociação justa sobre a transferência de tecnologia é fundamental para selar um acordo em Copenhague”, disse Machado na abertura da conferência, em Genebra. Ele admite, porém, que não será fácil estabelecer os critérios para quebra de patentes, que tocam em conceitos muitas vezes vagos, como situações de emergência. Por ora, diz Machado, é mais sensato tentar incluir o princípio no acordo, para depois negociar os detalhes.

Todo mundo reconhece a necessidade de transferência de tecnologia, existe um consenso em torno disso”, explica Machado, que é membro da Comissão Interministerial de Mudança do Clima. “A questão está nos mecanismos.”

A proposta brasileira de um sistema de patentes flexível para tecnologias verdes não é nova. Ela vem sendo defendida pelo ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) desde a Conferência do clima da ONU em Bali, em 2007. Mas o debate promete esquentar à medida em que o encontro de Copenhague se aproxima.

Para o ministro para Propriedade Intelectual britânico, David Lammy, é errado reduzir a discussão às patentes. “Precisamos tirar esse assunto dos advogados e devolver às pessoas”, disse ele durante a conferência da Ompi. “O importante é permitir acesso ao conhecimento.”

Questionado pela Folha, ele se negou a dizer em quais circunstâncias seu país aceitaria a quebra de patentes. Um assessor respondeu que não abriria as posições antes da negociações. Para Lammy, é essencial estabelecer “um clima de confiança” antes dos debates.

Por enquanto, o que predomina é o ceticismo. Sobre a proposta de o governo britânico de criar um fundo ambiental de US$ 100 bilhões, Machado transmite incredulidade. E cita como exemplo de promessa nunca cumprida a meta de destinar 0,7% do PIB dos países industrializados para o mesmo fim, feita em 1992. “Números se lançam, como sempre se lançaram”, disse ele. “A questão é o que acontece efetivamente.”

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