Mais Uma Aula Que a Natureza nos Dá

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A onda de frio das últimas semanas causou a morte de milhares de cabeças de gado no sul do Mato Grosso do Sul. Estima-se que mais de 4 mil reses morreram de frio, causando um prejuízo de mais de R$ 4 milhões.

Esse triste episódio deve nos servir de ensinamento. É mais uma aula que a natureza nos dá. Leonardo da Vinci dizia: “Não há senão um mestre: a natureza”.

O primeiro ponto é a raça do gado morto. O gado da raça Nelore é originário da Índia e não está acostumado com clima frio. Aula de ecologia.

O segundo ponto é que as fazendas onde o gado morreu não possuem maciços de vegetação. São campos imensos, que foram totalmente desmatados no passado. A vegetação serve de abrigo natural aos animais. Há relatos de que os animais procuraram ficar perto das plantações de eucalipto para se proteger, porém essa árvore não possui uma copa capaz de proteger do frio.

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Pesquisa Revela: Pecuária é Responsável por Metade das Emissões do Brasil

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Vejam abaixo as conclusões de pesquisa sobre as emissões de GEE no Brasil, divulgada pelo Portal UOL. Concluiu-se que a pecuária responde por 50% das emissões brasileiras.

 

BRASIL APRESENTA PESQUISA QUE CULPA PECUÁRIA PELO EFEITO ESTUFA

A metade dos gases responsáveis pelo efeito estufa emitidos no Brasil procede da pecuária, segundo um estudo apresentado neste sábado em Copenhague, à margem da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática.

Ao analisar as emissões totais do Brasil “foi possível observar que o conjunto das emissões procedentes desta atividade (pecuária) corresponde, aproximadamente, à metade das emissões do Brasil”, destaca o trabalho, liderado por Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília. Os pesquisadores brasileiros concluíram que das 2,2 gigatoneladas de equivalente do dióxido de carbono (CO2) emitidas oficialmente pelo Brasil em 2005, segundo dados do ministério brasileiro de Ciência e Tecnologia, aproximadamente 1.055 gigatoneladas correspondem à pecuária.

As emissões geradas pela pecuária incluem o desmatamento para a formação de pastos, queimadas para a renovação do capim e a fermentação intestinal bovina, que gera importantes quantidades de metano, um dos gases de maior efeito sobre o aquecimento global, disse Roberto Smeraldi, especialista da associação Amigos da Terra-Amazônia Brasileira.

Admitindo que a pecuária “é parte do problema da mudança climática”, Smeraldi destacou que “ela também deve ser considerada como parte da solução” nas negociações em Copenhague sobre um novo acordo internacional para combater o aquecimento global. Smeraldi disse que é preciso fazer a pecuária evoluir, controlando o desmatamento para a formação de pastos, acabando com a impunidade dos crimes climáticos e dando incentivos econômicos aos criadores.

O Brasil possui o maior rebanho bovino do mundo, com mais de 190 milhões de cabeças. As emissões brasileiras de gases do efeito estufa cresceram 62% entre 1990 e 2005, e mais da metade deste aumento corresponde ao manejo da terra. O Brasil decidiu em Copenhague adotar um “compromisso voluntário” de reduzir suas emissões de CO2 entre 36% e 39% sobre a previsão de emissões para 2020, e mais da metade desta redução procederá da queda no desmatamento da selva amazônica. O restante dependerá de ações nos setores agropecuário, industrial, energético e siderúrgico.

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A Força do Mercado a Favor do Meio Ambiente

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Que ótima notícia li no blog da Andrea Vialli (http://blog.estadao.com.br/blog/vialli/). Frigoríficos que processam carne ilegal da Amazônia fecharam acordo com o Ministério Público Federal. É um ótimo exemplo da força do mercado a favor do meio ambiente. É bom lembrar que esses frigoríficos eram contra o rastreamento do gado e outras medidas de controle. Se o consumidor entrar forte na briga pelo ambiente, tudo ficará mais fácil.

Vejam abaixo o texto da Andrea.

O Ministério Público do Pará firmou hoje um acordo com os frigoríficos Bertin e Minerva para adequação de suas cadeias de fornecedores às leis ambientais. O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) prevê um compromisso das empresas de implementarem sistemas de rastreamento eletrônico do gado, uma moratória total do desmatamento por dois anos, reflorestamento de áreas degradadas, entre outros pontos.

As empresas terão que, a partir de agora, informar a origem da carne aos consumidores e ao MPF, que vai checar a existência de trabalho escravo, crimes ambientais e grilagem. Para o rastreamento dos bovinos, as empresas terão de adotar medidas como a implantação de cadastro informatizado de propriedades rurais e da Guia de Trânsito Animal (GTA) eletrônica no prazo de um ano, em vez do Sisbov - o sistema de rastreamento do governo federal foi considerado mais difícil de implantar pelos pecuaristas. Está previsto ainda um investimento de até R$ 5 milhões por ano para contratação de auditoria que vai avaliar o cumprimento do disposto nos TACs assinados pelos frigoríficos.

E um ponto importante: os frigoríficos deverão informar aos seus consumidores, pela internet, o lote das fazendas, com o respectivo município de origem do gado. Se tudo sair como foi acordado, vai ficar mais fácil saber a origem da carne. Vamos ficar de olho.

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Texto Resume a Situação da Amazônia

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Vejam abaixo excelente texto do Denis Russo, colunista da revista Veja (http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/). Ele conseguiu resumir a situação de modo perfeito. A solução não é fácil, mas o diagnóstico está muito bem colocado no texto.

 

DESENVOLVIMENTO X PRESERVAÇÃO: O FALSO DILEMA

Você deve estar ouvindo falar sobre o grande dilema amazônico: a necessidade de desenvolver a região não combina com a necessidade de manter a floresta em pé, essencial para evitar o aquecimento global. Pois esse é um falso dilema. Isso ficou claro conversando com o Beto Veríssimo, um dos principais cientistas da floresta, pesquisador da seríssima ong Imazon, reconhecido no mundo inteiro.

O modelo que temos hoje é ruim para a floresta e é ruim para o desenvolvimento.

É assim: está lá a floresta. Aí chegam as madeireiras, derrubando tudo. Menos de uma década depois, elas vão embora floresta adentro, em busca de mais madeira. Chega o gado, ineficiente, espalhando bois por uma área enorme. Em cinco anos, o solo está esgotado. A terra amazônica é pobre, é ruim para agricultura. Logo logo não serve nem para pasto. Mas não tem problema. Quando isso acontecer, as madeireiras já terão avançado mais, e haverá mais terra para os bois. Até que vai acabar tudo.

É óbvio que esse modelo é insustentável. O que não é tão óbvio é que ele não é nem sequer lucrativo (a não ser para uma meia dúzia de pessoas). O que a pesquisa de Beto mostrou é que esse jeito de explorar a floresta dá preju. Ele juntou um monte de dados para mostrar que, depois que esse processo começa, a região fica efetivamente mais pobre. O PIB, medida de riqueza, cai. Todos os indicadores sociais – doença, mortes, violência – pioram. O Brasil fica mais pobre.

É o que ele chamou de modelo de “boom-colapso”. Primeiro há uma sensação de desenvolvimento. Madeireiras abrem as portas, o preço da terra sobe, pessoas arrumam empregos. Aí, quando o solo se esgota, tudo fecha, todo mundo perde o emprego e o lugar fica mais pobre do que era antes. As taxas de homicídio explodem.

Como escapar desse modelo absurdo? Não é fácil. Mas o primeiro passo é parar de avançar sobre a floresta. E como parar de avançar sobre a floresta, se o incentivo da terra barata e da vigilância falha é tão irresistível? Bom, você pode ajudar. A dica do Beto: ” Eu acho que você tem que evitar qualquer carne produzida na Amazônia. Com a madeira, já é possível saber a procedência e separar a madeira legal, certificada, da que destrói a floresta. Mas com a carne não. Os pecuaristas fizeram muito pouco progresso nesse aspecto. A única solução é comer apenas carne produzida em outras regiões “.

E como saber se a carne que você compra vem da Amazônia ou não? É difícil, mas 3 grandes redes de supermercado (Pão de Açúcar, Carrefour e Wal Mart) já se comprometeram a não vender carne de lá. Esperemos que outros mercados e açougues sigam o exemplo, mas, enquanto isso, uma dica segura é optar por um desses 3.

Se pararmos de avançar sobre a floresta, podemos recuperar as terras já desmatadas e colocar as 80 milhões de cabeças de gado da Amazônia para pastar lá, com mais eficiência do que hoje. Fazer essa mudança vai custar caro. Mas, ao final do processo duas coisas vão acontecer: a floresta vai ser salva e o Brasil vai ficar mais rico.

Como se vê, o dilema do desenvolvimento X preservação é uma bobagem.

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Frigorífico Sente a Pressão da Sociedade

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O caso envolvendo a compra de gado e subprodutos de áreas ilegais da Amazônia tem se tornado um grande exemplo do poder do consumidor ambientalmente exigente. A sociedade vem exercendo forte pressão sobre as empresas e, depois dos grandes varejistas Pão-de-Açúcar, Carrefour e Wal-Mart, agora o frigorífico Marfrig afirmou que vai suspender a compra de gado de fazendas envolvidas em crime ambiental.

Vejam abaixo reportagem do jornal Folha de São Paulo.

 

MARFRIG AFIRMA QUE VAI RECUSAR GADO DE ÁREAS DESMATADAS

O grupo Marfrig, um dos maiores exportadores de carne do país, anunciou ontem que não vai mais adquirir e abater bois oriundos de áreas de novos desmatamentos na Amazônia. O anúncio foi feito em Cuiabá, em reunião de diretores da empresa com o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR). Segundo nota do Marfrig, o objetivo é a busca de “uma solução de desenvolvimento sustentável para a pecuária”.

O Marfrig diz que já segue as determinações de não comprar gado de fazendas embargadas pelo Ibama na região ou que estejam na lista “suja” da exploração do trabalho escravo. “A empresa compromete-se a trabalhar em parceria com os governos estaduais e em especial com o do Estado de Mato Grosso no Programa MT Legal e com a sociedade brasileira no desenvolvimento de um Programa de Garantia de Origem dos Animais”, diz a nota.
No dia 11, Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart anunciaram suspensão da compra de carne de 11 frigoríficos apontados como compradores de gado de áreas de desmate na Amazônia. O Marfrig tem duas unidades de abate bovino em Mato Grosso, com capacidade total de quase 4.000 cabeças por dia.

“O Marfrig excluirá de sua lista de fornecedores a totalidade das fazendas pertencentes a proprietários que tiverem uma única fazenda embargada e até que sua situação se encontre regular”, afirma a nota.


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Exemplo Para as Empresas

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , , — admin @ 14:15

Vejam a notícia abaixo, que li no Blog Verde, do jornal O Globo. É um grande exemplo para as empresas. Está chegando o tempo em que as empresas de baixo desempenho ambiental terão sérios problemas de mercado. Além da pressão dos consumidores, que é crescente, organismos financiadores estão mais criteriosos para a concessão de empréstimos e não querem ver seu nome associado à degradação ambiental.

BIRD RESCINDE CONTRATO COM FRIGORÍFICO BERTIN

Após três anos de pressão, a ONG Amigos da Terra - Amazônia Brasileira conseguiu que a International Finance Corporation (IFC), braço para setor privado do Banco Mundial (Bird), voltasse atrás em sua decisão de financiar a expansão na Amazônia do frigorífico Bertin.

Fontes internas do IFC, em Washington, confirmaram ontem, à noite, que o Bird decidiu cancelar o contrato com o frigorífico, o maior exportador do Brasil e segunda empresa do setor no mundo.

O Bird vai solicitar ainda o imediato pagamento do valor ainda pendente, equivalente a US$ 30 milhões. O financiamento total foi de US$ 90 milhões.

O banco já convocou reunião para avaliar os próximos passos, o que deve ocorrer no final do mês.

Desde 2006 que a ONG Amigos da Terra vem mantendo o IFC informado sobre os graves impactos socioambientais que o projeto de expansão do frigorífico Bertin ocasionaria na região. 

Todas as denúncias feitas pela ONG se confirmaram, inclusive aquela em que apontava que o frigorífico, através da sua unidade de Tucumã, continuava comprando gado da região do São Félix do Xingu, algo que contrariava um compromisso assumido com a IFC em janeiro de 2008.

O frigorífico Bertin não estava na mira apenas da ONG Amigos da Terra. A Greenpeace divulgou há duas semanas relatório, no qual o nome da empresa é citado várias vezes, que apontava o envolvimento de elos importantes da cadeia produtiva da carne na destruição das florestas.

Como conseguência do relatório da Greenpeace, o Ministério Público Federal (MPF) do Pará acabou denunciando, em ação cível pública, que grandes redes de supermercados estavam contribuindo para a destruição das florestas no estado. No final da última semana, Pão de Açúcar, Wal-Mart e Carrefour cancelaram contratos com frigoríficos da região.

” Parabenizamos o IFC pela decisão e esperamos que isso sirva de lição no futuro. Agora o importante é que o BNDES faça o mesmo: como pode um banco público seguir sócio de uma empresa com tamanhos passivos? Na segunda-feira solicitaremos a inclusão dos financiadores no pólo passivo das ações que estão correndo na Justiça Federal ” antecipou o  diretor de Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi.

Em 2008, o BNDES não só financiou a Bertin com mais de R$ 2,5 bilhões como comprou participação acionária na empresa.

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Mais Empresas Recuam da Compra de Produtos Ilegais

Arquivado em: sustentabilidade | Tags:, , , , — admin @ 18:38

A pressão do Ministério Público Federal sobre as empresas que se beneficiam da degradação da Floresta Amazônica está funcionando. Mais empresas suspenderam a compra de produtos oriundos de fazendas que cometaram crime ambiental no Pará. Vejam abaixo reportagem do jornal Folha de São Paulo:

 

INDÚSTRIA SUSPENDE COMPRAS DE ÁREAS DE DESMATAMENTO

Depois das redes varejistas, grandes indústrias, atacadistas e empresas de serviços suspenderam compras de matérias- -primas de pecuaristas acusados de criar gado em área de devastação ambiental na Amazônia. Ontem, Coteminas e Vulcabras afirmaram que receberam a notificação do MPF (Ministério Público Federal) do Pará e que pararam de comprar dos denunciados.

A empresa de refeições coletivas Gran Sapore também foi notificada e diz que cumprirá a determinação do MPF. O Makro diz ter se reunido com seu fornecedores de carnes, após denúncia da ONG Greenpeace, e exigido garantias de que não compram gado de regiões desmatadas. Caso não sejam fornecidas, o atacadista diz que adotará medidas severas, como a suspensão da compra de carne da região.

“Comprávamos botas de segurança para nossas indústrias da Bracol. Fomos notificados pelo Ministério Público e já a retiramos de nossa lista de fornecedores”, afirma Josué Christiano Gomes da Silva, presidente da Coteminas. Segundo ele, a Coteminas tem cláusulas ambientais rígidas para os fornecedores de algodão, que estão ligados diretamente à atividade-fim da empresa. “Acompanhamos os produtores de maneira próxima, mas rastrear todos os fornecedores é bastante difícil.” A Vulcabras, dona das marcas Reebok, Olympikus e Azaleia, também informou, por e-mail, que foi notificada e está cumprindo a determinação do MPF.

Nesta semana, as maiores redes supermercadistas do país -Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart- suspenderam as compras de carnes das fazendas denunciadas pelo MPF.

No início do mês, o órgão ajuizou 21 ações civis públicas pedindo indenização de R$ 2,1 bilhões de pecuaristas e frigoríficos que comercializaram animais criados em fazendas desmatadas ilegalmente. Notificou, também, 69 compradores dos frigoríficos sobre a possibilidade de corresponsabilização por crime ambiental.

Entre os denunciados estão Bertin e Minerva, dois dos maiores frigoríficos do país. O Bertin diz atender aos critérios legais para compra de gado. O Minerva informou, em comunicado, que suspendeu a compra de bois e de carne provenientes de fazendas e empresas da região, “como precaução”. 

Ontem, o Bertin informou que sua parceria com a IFC (Corporação Financeira Internacional), do Banco Mundial, foi interrompida. A IFC fez um empréstimo de US$ 90 milhões ao Bertin, mas nem todas as parcelas foram repassadas. Segundo o Bertin, a descontinuidade foi provocada pelo cenário econômico. A IFC informou que a suspensão foi acordada em maio, antes das denúncias.

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Grandes Empresas Ajudam a Destruir a Amazônia

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Do blog do Josias de Souza, do Portal UOL.

O Ministério Público Federal (MPF) do Pará moveu ação judicial contra os fazendeiros que desmatam a floresta Amazônica ilegalmente no Estado. Até aí nada de novo. Porém, o mais importante é o que o MPF em conjunto como Ibama rastrearam a cadeia de negócios que sustenta o desmatamento ilegal das florestas do Pará.  

E aí chegaram a 69 empresas que adquiriram subprodutos da atividade ilegal. Há na lista indústrias dos setores de limpeza, calçados, laticínios, têxtil e supermercados. Para todas esses empresas o MPF encaminhou uma recomendação contendo o nome de todas as fazendas e frigoríficos processados e com o seguinte texto: “todos os produtos e subprodutos, de origem bovina, adquiridos das empresas supracitadas caracterizam-se como oriundos de ilícitos ambientais. A manutenção das relações comerciais com essas empresas … caracterizará a responsabilidade solidária e objetiva … pelos ilícitos ambientais”.

Pelo menos três empresas da lista - Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart - já decidiram suspender a compra de produtos de fazendas ilegais. A lista completas das empresas pode ser copiada no endereço:

 

http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/compradores_gado_desmatamento.pdf

 

Ajudem a pressionar essas empresas para que deixem de contribuir com a destruição da Amazônia. Enviem e-mails cobrando um posicionamento.

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